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Emanuel perde pela terceira vez recurso de suspensão da intervenção na saúde de Cuiabá

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JB News

Da Redação

A Prefeitura de Cuiabá obteve mais uma derrota nesta quinta-feira 23.03, por parte do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou um pedido da defesa para suspender a intervenção na Secretaria de Saúde da capital.

A decisão foi assinada pela ministra Rosa Weber, que indeferiu um pedido de Suspenção Liminar .

A ministra destacou que não cabe este tipo de pedido impetrado na Suprema corte, contra a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Essa é terceira derrota do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), sofre nas instâncias superiores, onde tenta de todas as formas suspender a intervenção do estado sobre a saúde de Cuiabá, determinada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a pedido do Ministério Público (MP).

A intervenção foi decretada no ultimo dia 09 de março, após uma sessão extraordinária realizada pelo TJ.

O prefeito teve outros dois pedidos negados pelo Superior Tribunal de Justiça.

Desde então a secretaria de saúde de Cuiabá, está sob o comando da interventora Daniela Carmona, nomeada pelo Governador Mauro Mendes (União), para colocar a pasta no rumo certo.

Nos próximos duas a interventora deve apresentar ao governador um relatório com diagnóstico contábil e financeiro além de um plano com medidas a serem adotadas para a regularização do serviço de saúde em Cuiabá.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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