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Emocionados, primeira-dama de MT e governador comemoram a união de mais de 200 casais em Água

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O dia da confirmação da união de casais e fortalecimento do matrimônio com o Casamento Abençoado foi emocionante. A cerimônia foi realizada neste sábado (30.09), em Água Boa, município localizado na região do Araguaia, a 735 km de Cuiabá, com a celebração do pastor João Batista, da igreja Assembleia de Deus Ministério Madureira; e a habilitação legal dos casais pelo juiz de Paz Luiz Schuster.

O projeto, idealizado pela primeira-dama de MT, Virginia Mendes, está na segunda edição e desta vez ocorre no formato regionalizado, em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social, sob gestão da primeira-dama Juliana Souza, apoiado pelo prefeito Mariano Filho.

Ao todo, mais de 200 casais de Água Boa e outras 12 cidades participaram do casamento: Nova Xavantina; Campinápolis; Nova Nazaré; Cocalinho; Gaúcha do Norte; Novo São Joaquim; Querência; São José do Xingu; Ribeirão Cascalheira; Alto Boa Vista; São Felix do Araguaia e Serra Nova Dourada.

A madrinha da cerimônia, primeira-dama Virginia Mendes, e o padrinho, governador Mauro Mendes, brindaram com os casais a nova fase, que também foi comemorada por familiares e amigos.

Emocionada, Virginia Mendes agradeceu às pessoas que se dedicaram ao projeto.

“É uma emoção muito grande ajudar esses casais a realizarem esse sonho. Alguns esperaram por muitos anos para isso acontecer. Quero, de coração, agradecer todas as pessoas envolvidas, especialmente a primeira-dama Juliana Souza e o prefeito Mariano, que colocaram o interesse neste projeto, e também todas as primeiras-damas e prefeitos dos demais municípios que se comprometeram em nos ajudar a realizar este grande evento. É algo desafiador, porque, quando eu penso em algo como o Casamento Abençoado, quero que seja feito com qualidade, então fico tensa como se eu fosse um dos casais”, manifestou.

“Agradeço meu esposo, governador Mauro Mendes, que sonha comigo os meus sonhos, à minha equipe na Unaf que está sempre ao meu lado, e à secretária Grasielle, na Setasc, com sua equipe, por todo esforço. Desejo toda felicidade a esses casais. Que Deus os abençoe”, acrescentou a primeira-dama de MT, Virginia Mendes.

“É uma alegria grande ver que mais de 200 casais estão se unindo hoje pelo casamento abençoado. Nós, eu e Virginia, que estamos há 28 anos casados, sabemos o quanto isso é importante na vida desses casais. É a oportunidade para que eles possam realizar um sonho. Quero agradecer também aos parceiros que trabalharam junto com a primeira-dama Virginia Mendes, porque ela se dedicou de coração para realizar esta grande festa. A família é algo que valorizamos muito, por isso é motivo de comemoração”, destacou o governador Mauro Mendes.

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Cerca de 1.500 convidados, além de autoridades, testemunharam a cerimônia, que contou com toda a estrutura que um casamento merece. Todo o projeto foi desenhado e acompanhado pela primeira-dama Virginia Mendes com sua equipe da Unidade de Ações Sociais e Atenção a Família (Unaf), gerenciado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), com a secretária Grasielle Bugalho, e equipe com o apoio do Governo de MT, em parceria com os municípios que se inscreveram, através das Secretarias Municipais de Assistência Social.

“Quero agradecer essa grande ação promovida pela primeira-dama Virginia Mendes, que tanto nos inspira, com o apoio do governador Mauro Mendes, que, através da Setasc e a equipe da secretária Grasielle, puderam organizar esse grande Casamento Abençoado para os municípios do Médio Araguaia, fazendo momento de alegria de centenas de pessoas de realizarem o sonho de suas vidas num local preparado com muito amor e carinho”, disse o prefeito de Água Boa Mariano.

A primeira-dama Juliana de Água Boa destacou o momento de gratidão.

“O nosso sentimento é de total ggratidão à nossa primeira-dama Virginia Mendes, com as equipes Unaf e Setasc, que fizeram acontecer esse casamento maravilhoso aqui no nosso Vale do Araguaia, e também à nossa equipe de Assistência Social de Água Boa e a todas as primeiras-damas que participaram e se empenharam nesse evento maravilhoso, onde a gente pode levar alegria e realizar o sonho de tantas famílias. Esse momento, com certeza, vai ficar marcado em nossas memórias”.

Maria Divina (37) e Félix de Fátima (59) são de Água Boa e vivem juntos há três anos. Maria falou da espera pelo Casamento Abençoado.

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“Nós sempre falamos que iríamos nos casar. Ele é divorciado há 14 anos e eu nunca realizei o sonho de casar, mas hoje, graças a ação do Governo, realizei o meu grande sonho ao lado do homem que eu amo. Tudo o que a dona Virginia Mendes fez é muito bonito, e o Félix se animou também. Estamos realizando esta grande alegria”, contou Maria Divina.

Para oficializar os matrimônios, o Casamento Abençoado contou apoio da Associação dos Notários e Registradores de Mato Grosso (Anoreg–MT); Associação dos Registradores de Pessoas Naturais de Mato Grosso (Arpen-MT); Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT), por meio da Corregedoria de Justiça e Justiça Comunitária; Ministério Público do Estado (MPE) e Tabelionatos Civis Municipais. A documentação foi com os registros civis não tem custo para o Estado e para as famílias, contemplando casais com renda total de até três salários mínimos.

Prefeitos, prefeitas e primeiras-damas de outros 12 municípios do Médio Araguaia participaram da cerimônia: José Pereira Maranhão e Elaine Souza Maranhão (Alto Boa Vista); José Bueno e Ana Lúcia Correa Cação Bueno (Campinápolis); Márcio Conceição Nunes de Aguiar e Haiane Morenna (Cocalinho); Voney Rodrigues e Neusa Petrekic (Gaúcha do Norte); João Teodoro Filho e Edvanda Maria da Silva Teodoro (Nova Nazaré); João Machado Neto e Fernanda Rios Mariano (Nova Xavantina); Leonardo Faria Zampa e Isabella Mendonça Paiva (Novo São Joaquim); Elson Faria e Carla Luiza Lima (Serra Nova Dourada); Fernando Gorgen e Fhabianne Siqueira (Querência); Doutor Sandro José da Luz Costa e Suelen Rodrigues dos Santos (São José do Xingu); prefeita Luzia Nunes Brandão e o esposo Vilson de Assis Lourenço Caiado; prefeita Janailza Taveira Leite e o esposo Wemes Leite (São Felix do Araguaia).

De acordo com a organização do evento, já está no cronograma a realização do Casamento Abençoado em Cuiabá.

O evento também foi prestigiado pelas autoridades: representando a Assembleia Legislativa de MT (ALMT), o deputado estadual Dr. Eugênio; vereadores; comandante do Gefron, tenente-coronel Bugalho; secretários municipais; convidados dos noivos e noivas.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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