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Empresa de aviação civil quer construir fábrica de avião em Lucas do Rio Verde
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Empresa de aviação civil procurou o Governo de Mato Grosso para sinalizar o interesse na instalação de uma fábrica de avião em Lucas do Rio Verde (354 km de Cuiabá). O secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, que recebeu os empresários, afirmou que o Executivo está disposto a criar as condições fiscais para que o projeto saia do papel.
“Eu recebi o empresário, fiquei muito surpreso, não sabia nem que o Brasil tinha – é um avião que já está inclusive homologado nos órgãos americanos. Eles têm um interesse muito grande de se instalar em Lucas do Rio Verde, porque é um avião de passageiros, mas com utilização principalmente para a agricultura, porque pousa em pista de terra, etc. Nós já colocamos a ele que o Estado está de portas abertas e tem condições de criar os incentivos fiscais necessários e ele está estudando se realmente irá trazer a empresa para cá”, afirmou.
Ainda de acordo com Cesar Miranda, uma das plantas que a empresa já possui, no estado de São Paulo, emprega cerca de 2 mil funcionários. A expectativa, em função da localização geográfica de Mato Grosso, é que a empresa, se instalada, irá atender uma demanda de 60 milhões de consumidores.
“É um projeto nacional, totalmente brasileiro, e além de ser um celeiro de produção, Mato Grosso é onde está a maior parte da clientela. E nós estamos, além de tudo que temos de bom, no centro geodésico da América do Sul. São 60 milhões de consumidores nas nossas costas nos países vizinhos. Muitos empresários estão começando a identificar isso”, finalizou.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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