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Empresa é classificada para concorrência da obra do Hospital Regional de Tangará da Serra

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Empresa interessada na construção do Hospital Regional de Tangará da Serra se classificou em mais uma etapa da licitação da obra. O processo licitatório ainda está em trâmite na Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) e será concluído após análise dos recursos interposto pelas empresas desclassificadas. 

A construção do hospital está estimada em R$ 117,2 milhões e contará com aproximadamente 17 mil metros quadrados.

Conforme o Aviso de Resultado publicado no Diário Oficial que circula nesta quinta-feira (05.05), foi classificada a empresas Lotufo Engenharia e Construções LTDA. As empresas desclassificadas do certame têm um prazo de cinco dias úteis, entre 06 e 12 de maio, para interpor recurso.

Os motivos das desclassificações das demais empresas estão elencados na Ata de continuação – julgamento da proposta de preço, que está disponível aos interessados na Coordenadoria de Aquisições da Superintendência de Aquisições e Contratos da SES, no horário de expediente. O documento também ficará disponível no Portal de Aquisições.

A estrutura

O Hospital Regional de Tangará da Serra contará com 111 leitos de enfermaria e 40 UTIs, entre adultas, pediátricas, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal, para atendimento na média e alta complexidade.

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A unidade de Saúde também vai ter 10 consultórios médicos, 2 consultórios para atendimento a gestantes, 6 salas de centro cirúrgico, além de espaços para banco de sangue, banco de leite materno e realização de exames, como tomografia e colonoscopia.

Novos hospitais

O Governo do Estado já iniciou a obra do Hospital Regional de Juína, avaliada em de R$ R$ 106,7 milhões. Também deve iniciar em 2022 a construção do Hospital Regional do Araguaia, localizado em Confresa; a SES está analisando o recurso referente a proposta de preço das empresas classificadas. O valor estimado da obra é de R$ R$ 116,7 milhões.

Ainda está em licitação no Estado a construção do Hospital Regional de Alta Floresta, estimada em R$ 119 milhões. A SES está analisando os recursos interpostos pelas empresas desclassificadas da concorrência.

Fonte: GOV MT

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Acrismat solicita à Sefaz renovação de incentivo do ICMS para a suinocultura até 2032

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A Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) se reuniu nesta semana com a equipe da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) para entregar um ofício solicitando a renovação, até 2032, da concessão de cumulatividade do crédito presumido do ICMS, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). O pedido abrange as operações próprias de saídas interestaduais de suínos vivos, em todas as finalidades. A vigência atual do benefício se encerra em 31 de dezembro de 2026.

A solicitação busca assegurar condições de competitividade à suinocultura mato-grossense, especialmente aos produtores independentes. No ofício, a Acrismat aponta que Mato Grosso registrou uma redução de aproximadamente 20 mil matrizes suínas nos últimos anos, cenário que reforça a necessidade de medidas voltadas à sustentabilidade econômica das propriedades e à permanência dos suinocultores na atividade.

Para subsidiar a demanda, a entidade encaminhou o estudo “Desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso: impactos da queda produtiva e alternativas de incentivo”, elaborado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

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“O crédito presumido favorece a comercialização de suínos vivos em outros estados e representa uma alternativa importante para o escoamento da produção que não é integralmente absorvida pelos frigoríficos instalados em Mato Grosso. A continuidade do instrumento contribui para a viabilidade da atividade e a preservação da capacidade produtiva estadual”, pontuou o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho.

O documento também destaca que as oscilações cíclicas do mercado afetam os custos de produção, a rentabilidade e a capacidade de investimento dos suinocultores. Nesse contexto, a renovação é defendida como uma medida para proporcionar maior segurança ao setor e manter condições de competitividade em relação aos produtores de outras unidades da Federação.

Além dos efeitos nas propriedades, a associação ressalta os reflexos da atividade na manutenção de empregos, na geração de renda e na movimentação da economia dos municípios. O pedido considera toda a cadeia produtiva e os serviços vinculados à criação de suínos.

Articulação institucional

O ofício informa que a mesma solicitação foi formalizada junto à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT). A entidade também pediu apoio à Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) para a demanda no Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat).

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A demanda conta com apoio do deputado estadual Dilmar Dal Bosco, do Fórum Agro MT e do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT).

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