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Empresas vencedoras do ‘Prêmio Inova MT’ participam de intercâmbio empresarial em São Paulo

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), se prepara para a I Missão Técnica Benchmarking em Gestão da Inovação, que será realizada entre os dias 08 e 11 de março, em São Paulo. A missão reunirá as seis empresas vencedoras do ‘I Prêmio Inova Mato Grosso’, realizado no mês de dezembro, em reconhecimento às empresas que empregaram esforços na aplicação e gestão da inovação no ano de 2021.  

O prêmio é uma iniciativa da Seciteci e conta com a parceria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), do Parque Tecnológico Mato Grosso e da Federação das Indústrias do Estado Mato Grosso (Fiemt), por meio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

A Missão Benchmarking é uma das premiações oferecidas pelo ‘Inova MT’, com o objetivo de promover o intercâmbio das empresas mato-grossenses com diferentes realidades do ramo empresarial. Foram vencedoras do prêmio as empresas: Luana Distribuidora de Confecções; Jong Kombucha; Donafresca Pescados; Agristore – Agronegócios Inteligentes; Vogel Engenharia e Consultoria; e Papel Nobre Materiais para Escritórios.

Cada uma das seis empresas enviará um representante, que durante três dias terá a missão de cumprir uma série de visitas a estabelecimentos de diferentes ramos da tecnologia, instalados em São Paulo. A missão será conduzida por representantes da Seciteci e do Parque Tecnológico Mato Grosso. A pasta também fará o custeio de todas as despesas referentes a transporte, hospedagem e alimentação dos participantes.

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A meta é possibilitar a troca de experiência entre as empresas, que terão como ponto de partida a análise sobre diferentes inovações aplicadas para a solução de desafios diários. Além de expandir a visão empresarial agregando valor às atividades, as empresas mato-grossenses também serão estimuladas a perceberem os desafios enfrentados por outras empresas, que resistiram as intempéries do mercado e hoje se tornaram referência em suas áreas.

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria

Em paralelo, as empresas também participarão do 9º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O evento será nos dias 09 e 10 de março, no World Trade Center, em São Paulo, e reunirá as maiores tendências da inovação no Brasil e no mundo. A participação das empresas é uma cortesia da Fiemt, coparceira do ‘Prêmio Inova MT’.

A superintendente de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação, Lectícia Figueiredo, destaca que estão orgulhosos dos resultados que começaram a colher, após a realização do Prêmio Inova.

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“Criamos a premiação exatamente em reconhecimento aos esforços dessas empresas, e no sentido de estimulá-las para o enfrentamento dos desafios, que poderão ser superados com a inclusão de tecnologia e inovação. E não estamos falando em soluções mirabolantes não. A possibilidade de uma simples troca de experiência entre duas empresas, pode trazer soluções simples e inovadoras para dificuldades até então consideradas complexas. Vamos aguçar o raciocínio empreendedor das empresas, para que elas possam desenvolver tecnologia, e perceberem que a inovação está mais presentes no nosso dia a dia, do que elas podem imaginar”, defendeu.

MAIS PRÊMIOS

Também serão investidos pela Fapemat R$ 360 mil na contratação de seis (06) pesquisadores com experiência nas áreas de pesquisa e inovação, para atuarem durante 12 meses no desenvolvimento de projetos inovadores dentro das empresas do Inova. Além de promover o desenvolvimento científico e agregar competitividade às empresas, os projetos deverão ter aplicabilidade comercial.   

A primeira edição do ‘Prêmio Inova MT’ reuniu 115 empresas, com atuação em diferentes ramos de atividade, de micro, pequeno e médio porte, e que ao longo do ano empregaram esforços na aplicação e gestão de inovação em suas áreas de competência.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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