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Equipes da Sema aplicam R$ 1,6 milhão em multas por desmate ilegal

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Operação conjunta realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e Polícia Militar de Mato Grosso resultou na aplicação de mais de R$ 1,6 milhão em multas e na apreensão de máquinas que eram utilizadas em desmatamento ilegal, nas cidades de Canarana e Água Boa, na região leste de Mato Grosso.

 

Entre os dias 1º e 15 de maio foram fiscalizadas 11 propriedades no âmbito da Operação Amazônia, conduzida pela regional de Confresa para combate a crimes ambientais em Mato Grosso.

 

A maioria das multas aplicadas, um total de R$ 1,5 milhão, foi por descumprimento de embargo, ou seja, reincidência de desmatamento ilegal na mesma área autuada anteriormente.

 

A operação também resultou na apreensão de seis máquinas, sendo cinco tratores de pneu e um trator esteira. Edivaldo Soares Silva, diretor da regional de Confresa, da Sema, explica que retirar os equipamentos do local impede a continuidade dos danos ambientais, desestimula a reincidência e descapitaliza o infrator.

 

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Ainda, foi apreendida uma picape Strada, modelo Adventure, que dava apoio às ações ilegais, uma carretinha reboque, um motor gerador de energia e uma motosserra.

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A regional de Confresa tem a atribuição de fiscalizar e licenciar empreendimentos em 13 municípios do nordeste de Mato Grosso: Confresa, Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia, Canabrava do Norte, Luciara, Novo Santo Antônio, Porto Alegre do Norte, Santa Cruz do Xingú, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, São José do Xingú, Serra Nova Dourada e Vila Rica.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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