MATO GROSSO
Escola de Governo oferta curso de Introdução à Audiodescrição
MATO GROSSO
São ofertadas 40 vagas para servidores públicos do Poder Executivo Estadual, com o objetivo promover a formação inicial sobre os conhecimentos teóricos e práticos em audiodescrição.
O curso será dividido em cinco módulos, que abordarão desde os marcos jurídicos a respeito do tema, a ética e a importância da audiodescrição, até as técnicas e aplicação no serviço público, além de atividades complementares de produção de roteiros de audiodescrição.
A qualificação será realizada de forma presencial, na Escola Superior de Advocacia Nacional (ESA), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entre os dias 25 e 29 de setembro, das 8h às 12h. A carga horária será de 30 horas, sendo 20 horas presenciais e 10h de atividades complementares.
Das 40 vagas oferecidas, 35 são destinadas a servidores e outras 5 vagas para Pessoas com Deficiência (PCD’s) da comunidade externa. O único pré-requisito exigido é possuir o ensino médio completo.
A capacitação será ministrada pela doutora em comunicação e audioescritora Giselly Rodrigues das Neves Silva Gomes, e pelo mestrando em Ciências Naturais e Coordenador de Planejamento e Gestão do Coletivo Consultores em Audiodescrição Odenilton Júnior Ferreira dos Santos.
Os interessados podem se inscrever até o dia 20 de setembro. Para realizar a inscrição CLIQUE AQUI.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0