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Escola Militar promove feira para orientar estudantes sobre o Enem e mercado de trabalho

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A Escola Estadual Militar Dom Pedro II – Presidente Médici, em Cuiabá, realiza a 1ª ExpoEnem – Exposição de Cursos, Carreiras e Profissões, nesta quarta e quinta-feira (26 e 27.10). O evento traz 12 palestras voltadas ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), temas vocacionais, além de exposição de cursos superiores e cursos técnicos.

A feira é direcionada aos estudantes que estão se preparando para o Enem com objetivo de entrar na universidade e ainda está na dúvida sobre qual curso escolher. O evento, inclusive, conta com a Mostra das Profissões, que vai dar orientações sobre as áreas e o mercado de trabalho.

O diretor da unidade escolar, tenente-coronel Queiroz, destaca que a exposição trará novas oportunidades para os estudantes e para a comunidade escolar, já que o evento será aberto.

“A nossa gestão tem priorizado a questão disciplinar e pedagógica sempre com o objetivo maior de melhorar nossos índices no Ideb e Enem, trazendo resultados positivos para a Educação de Mato Grosso”, disse o diretor.

A 1ª ExpoEnem tem apoio do Governo de Mato Grosso, por meio das Secretarias de Estado de Educação (Seduc-MT), de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secitec-MT), além da Universidade de Cuiabá, Centro de Ensino Técnico Matogrossense (Cetem), Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE-MT) e Super Estágios.

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Serviço

1ª ExpoEnem – Exposição de Cursos, Carreiras e Profissões

Quando: Dias 26 e 27 de Outubro

Horário: das 07h às 12h e das 14h às 18h

Onde: EE Militar Dom Pedro II – Presidente Médici, Avenida Mato Grosso

Informações: (65) 98121-2342 (com o professor Alex Rufino da Silva)

Programação

26/10 (quarta-feira)

07h às 09h –  Abertura: Abertura com Hino Nacional e fala de autoridades

09h30 as 10h – Intervalo

10h – Abertura da Exposição e Mostra de Carreiras e Profissões (UNIC), na Quadra de Esportes

– Giro na Exposição de Cursos, Carreiras e Profissões, Palco do 1º Piso: Planetário Digital – Mostra de Ciências (Seciteci-MT)

10h30 – Palestra: “As profissões como um projeto de vida”, com o Professor Me. Clodoaldo Moreno da Paixão – Coordenador acadêmico da UNIC.

11h30 – Abertura para perguntas e debates

14h – Palestra: “A carreira jurídica e a missão social do curso de Direito”, com o professor  Me. Marco Antonio Lorga – Diretor do curso de Direito da UNIC

15h às 15h30 – Intervalo

15h30 – Palestra: “A Psicologia e as transformações do mundo”, com o professor Me. Wilson Luconi Junior – Coordenador do Curso de Psicologia da UNIC

16h30 – Palestra: “Administração e Ciências Contábeis: Profissões, Carreiras e Negócios”, com o professor Dr. Ederaldo José Pereira de Lima – Coordenador dos Cursos de Administração e Ciências Contábeis da UNIC.

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17h30 – Palestra: “Tópicos de Matemática no ENEM”, com o professor Emerson Ferreira da Silva – Prof. Efetivo da EEMDPII

27/10 (quinta-feira)

08h30 – Palestra: “A Redação nota 1000 no Enem”, com o professor Sérgio Cintra

09h30 –  Intervalo

10h30 – Palestra: “Como o Estuda.com pode te ajudar a entrar na Faculdade e realizar os seus sonhos?”, com Carlos Pirovani – CEO do Portal ESTUDA.COM. 

11h20 – Palestra: “Empregabilidade, inclusão do jovem e saiba como se destacar no mercado de trabalho”, com Lucas Wagner Vieira Nascimento – Diretor do CIEE MT

14h – Palestra: “A Guerra e os problemas ambientais”, com Carla Almeida – professora de Biologia EEMDPII

15h – Intervalo

15h20 – Palestra: “Preparação para o Mercado de Trabalho”, com Emerson Carvalho Redez – Diretor da Super Estágios

16h00 – Palestra: “Gramática e Interpretação no ENEM”, com André Luiz Sacramento – professor de Língua Portuguesa da EEMDPII

16h45 – Palestra: “Tópicos de Ciências da Natureza e suas tecnologias”, com Luciana Vital Dantas Sousa – professora Ms. de Física da EEMPDII

18h –  Encerramento

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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