MATO GROSSO
“Essa ação inclusiva é muito importante para combater o preconceito”, afirma mãe de autista
MATO GROSSO
“Essa ação inclusiva por parte do Governo de Mato Grosso é muito importante para combater o preconceito que os autistas sofrem na sociedade”. A afirmação foi feita pela mãe do Guilherme, de 8 anos, Patrícia Lemos Santos, sobre a oportunidade proporcionada pelo programa SER Família Inclusivo, idealizado pela primeira-dama do Estado Virginia Mendes, de ver com o filho o jogo do Cuiabá Esporte Clube contra o São Paulo no sábado (22.07). Guilherme foi um dos sorteados na iniciativa do Governo do Estado, em parceria com o Dourado, que dá oportunidade aos autistas assistirem aos jogos em que o time é mandante em um camarote da Arena Pantanal.
Patrícia destaca a importância do momento de lazer proporcionado aos autistas, que possuem limitações ao serem expostos a grandes multidões. “Nem todos conseguem ficar ali no meio da torcida com todo o barulho. A iniciativa também possibilita um momento de cumplicidade entre pais, mães e filhos, principalmente para aqueles que gostam de futebol. Aqui é um ambiente tão seguro para as crianças que eles se sentem muito à vontade”, afirmou.
A pequena Sophia, comemorou os seus três anos, completados no dia anterior, assistindo o Dourado, na Arena Pantanal. Matheus Eduardo Soares, pai da Sophia, contou que são poucos lugares que consegue levar a filha e que a ação do Governo de Mato Grosso possibilita o lazer para muitos autistas.
“Além de ser um presente de aniversário à minha filha, essa ação de inclusão proporcionou um momento de pai e filha. Só quem vive a realidade no dia a dia, sabe o quão difícil é para eles saírem de casa por conta do barulho, com muitas pessoas ao redor. Aqui no camarote, a Sophia está muito tranquila e isso se deve ao espaço que vocês prepararam para nos receber. Eu não sou de falar de política, mas o governador Mauro Mendes está fazendo um ótimo trabalho, a gente tem que reconhecer. Não só por esta ação, mas também na educação, saúde e infraestrutura. Ele está transformando muita coisa, principalmente com essa ação para as crianças autistas”, ressaltou.
De acordo com a secretária de Estado de Assistência Social, Grasi Bugalho, a iniciativa é uma ação com um olhar sensível para a inclusão dos autistas. “Ver que a iniciativa da primeira-dama, Virginia Mendes, juntamente com a senadora Margareth Buzetti, foi concretizada com êxito é gratificante. Nós ficamos muito felizes em poder proporcionar para mais um grupo de autistas sorteados um momento como esse. No total, já foram sorteados 56 autistas e nós sabemos a importância desse gesto e por isso, queremos divulgar cada vez mais a Carteira de Identificação do Autista e a importância de tê-la, para que os autistas possam acessar inúmeros serviços”, destacou a secretária.
Para Rafael Amaral, pai da Alice, de três anos, além da ação de inclusão dos autistas, o Governo de Mato Grosso promove o lazer e resgata a cultura das famílias em prestigiar o futebol mato-grossense. “Essa iniciativa do Estado e do Dourado é muito interessante, porque possibilita um momento inimaginável em nossas vidas. Poder trazer a minha filha ao estádio de futebol, e vê-la tranquila, assistindo ao jogo e torcendo é maravilhoso. O ambiente é muito seguro e recomendo aos pais que façam a inscrição de seus filhos para os próximos jogos, porque eu também farei a nossa inscrição de novo”, declarou Rafael.
A seleção dos oito torcedores e acompanhantes foi realizada por meio de sorteio a partir dos beneficiários cadastrados na Carteira de Identificação do Autista (CIA), emitida pelo aplicativo MT Cidadão. A ação é uma parceria entre o Governo de Mato Grosso, por meio da Setasc, e o Cuiabá Esporte Clube.
Para poder participar do sorteio é preciso ter a Carteira de Identificação do Autista (veja mais abaixo). Beneficiários de todo Mato Grosso podem participar do sorteio, lembrando que não serão custeados o deslocamento e a hospedagem, tanto do sorteado quanto de seu acompanhante. Apenas serão disponibilizadas as entradas do camarote.
Carteira de Identificação do Autista
O documento, que é uma das bandeiras da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, é emitido de forma gratuita pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e contém informações específicas e qualificadas da pessoa com o transtorno, o contato de emergência e, caso tenha, informações de seu representante legal/cuidador.
O cadastro da Carteira, desde setembro de 2022, é realizado pelo aplicativo MT Cidadão, na modalidade digital e ou física (impressa). O prazo para a emissão da carteira digital é de cinco dias, a contar do envio da documentação via aplicativo, análise e aprovação pela equipe da Setasc. Já para a emissão da carteira física, o prazo será de 30 dias.
Para mais informações (65) 98421-4080/(65) 3613-5711 ou pelo site da Setasc.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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