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Estado conquista 1° lugar em duas categorias do Prêmio Governo Digital

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O Governo de Mato Grosso se destaca, mais uma vez, no cenário nacional ao conquistar o 1° lugar no Prêmio da ABEP-TIC de Excelência em Governo Digital – Gov.Digital, em duas categorias. A primeira, na categoria Melhor Solução de Governo Digital baseada em Inteligência Artificial, e a segunda, na categoria Especial Prêmio ABEP de Excelência em Governo Digital, com o projeto “Personalização do Governo Digital com a Recomendação de Serviços Públicos ao Cidadão”.

De acordo com o Secretário de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, o Governo busca os caminhos mais tecnológicos e inovadores para oferecer mais praticidade aos serviços prestados à população e essas premiações ratificam que a atual gestão está no caminho certo.

“Nosso esforço constante é colocar em ação o tema do empoderamento digital cada vez mais nas práticas públicas, seja por meio dos serviços ou através da tecnologia da informação. Este é o caminho necessário para construirmos uma sociedade inclusiva e democrática, e também para estreitarmos as relações do Governo com o cidadão”, enfatiza.

O Secretário Adjunto de Planejamento e Gestão de Políticas Públicas, Sandro Brandão, que representou o Estado durante a premiação, compartilha sua satisfação pelo recebimento de mais um reconhecimento, e ressalta a importância de entregar projetos que beneficiem a sociedade mato-grossense. Ele agradeceu a Empresa Mato Grossense de Tecnologia da Informação (MTI) e das lideranças do Estado que apoiam os projetos de Governo Digital.

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“A MTI é a grande provedora de solução tecnológica para todos os projetos e ações da Agenda Estratégica Digital de Mato Grosso. Todos os servidores do Sistema de Governança Digital, bem como toda a nossa liderança, desde o governador do Estado, o secretário de Planejamento e Gestão e os demais secretários que fazem parte do Núcleo Estratégico Digital do estado que tornam isto possível. Nosso propósito são as entregas de grande valor para nossa sociedade, que é o âmago de todo processo de transformação digital”, declarou Sandro.

O prêmio Gov.Digital é uma parceria entre a Associação Brasileira de Entidades Estaduais e Públicas de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP-TIC) e o Ministério da Economia, e sua missão é reconhecer e incentivar projetos e ideias de governo digital em todos os níveis do governo – federal, estadual e municipal. Além disso, ele destaca e compartilha iniciativas que usam a tecnologia da informação e comunicação (TIC) para modernizar a administração pública, tornando-a mais eficiente e benéfica para todos os brasileiros.

No início do mês, o Portal Único de Mato Grosso também ficou em 1° lugar no Prêmio IBGP 10 anos. As iniciativas de inovação do Estado, além de fornecer mais qualidade e agilidade ao serviço público do Estado, o colocaram em destaque no plano nacional.

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Inovações Digitais

A temática de transformação digital vem sendo discutida de forma estruturante na política Estadual. No final de maio, o Governo de Mato Grosso criou o Programa de Aceleração da Transformação Digital (resolução nº 002/2023/NGD), com o objetivo de potencializar, otimizar e desenvolver novas tecnologias para atender as demandas do serviço público e da população mato-grossense.

Desde a implementação do programa Mais MT, em outubro de 2020, o Governo avançou na direção da Governança Digital e subiu 12 posições no Ranking de Competitividade dos Estados.

Com supervisão de D’Laila Borges

Fonte: Governo MT – MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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