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Estado faz entregas e assina novos convênios para Educação no Araguaia

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O Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), assinou convênios e fez entregas, com investimentos de R$29,3 milhões, na região do Araguaia, nesta quinta-feira (09.06). Doze municípios foram atendidos e receberam aporte para investimentos em Educação, incluindo reformas e ampliação de escolas, além do transporte escolar.

Em Barra do Garças, foram assinados convênios para a construção das escolas estaduais Dom José Selva, no setor Campinas. e Jardim do Ypês, no bairro Jardim dos Ipês, que, juntas, têm investimento de R$ 12,6 milhões.

Vila Rica também foi beneficiada, com assinatura de convênios para reforma da Escola Estadual Maria Esther Peres e da Escola Estadual Militar Tiradentes SDPM Antônio Eustáquio de Paula, somando recursos de R$ 4,8 milhões. O município também irá receber uma quadra poliesportiva na Escola Municipal Domingos Pereira da Silva, com investimento de mais de R$ 1 milhão.

Já as escolas estaduais Antônio Grohs, Jaraguá e 09 de Julho, em Água Boa, estão passando por obras de reforma e ampliação, enquanto na Escola Municipal de Educação Infantil Gisselda Trentin estão sendo construídas três salas de aula. Para estas unidades, o investimento é de R$ 6,3 milhões.

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Ainda em Água Boa, o Estado entregou também 645 conjuntos de mesa e equipamentos mobiliários para unidades educacionais, além de 44 aparelhos de ar-condicionado para a Escola Estadual Militar Sargento PM Justino Pinheiro e Escola Estadual Jaraguá, com recursos da ordem de R$ 351 mil.

Em relação ao transporte escolar, o Estado entregou 12 novos ônibus aos municípios de Barra do Garças, Vila Rica, Água Boa, Araguaiana, Canarana, Confresa, General Carneiro, Nova Nazaré, Pontal do Araguaia, Santa Cruz do Xingu, Santa Terezinha e Serra Nova Dourada. O investimento é superior a R$ 4 milhões e vai garantir mais segurança e conforto ao transporte dos estudantes.

Para o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, que acompanhou o governador Mauro Mendes nestas entregas, o Estado está cumprindo a missão de construir uma nova educação em Mato Grosso. “A Educação na região do Araguaia experimenta um novo momento na sua infraestrutura e no transporte escolar. O momento é nota 10”, finalizou Alan.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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