MATO GROSSO
Estudantes de cursinho preparatório oferecido pelo Governo de MT conquistam vagas em universidades públicas
MATO GROSSO
Aluno do cursinho preparatório, Feliphe Nunes Zeri de Macedo, de 19 anos, estudante da Escola Estadual Adalgisa de Barros, em Várzea Grande, foi um dos primeiros colocados no curso de engenharia de controle de automação na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), unidade de Várzea Grande.
Ele teve que conciliar os estudos com o trabalho e o time de basquete, mas a determinação e disciplina adquiridas com o esporte foram essenciais, segundo ele. “Digo sempre aos colegas que nunca deixem de acreditar em si mesmo. Nasci de sete meses com Transtorno do Déficit de Atenção. Quando estava no quarto ano, não sabia ler e, muito menos, escrever. Consegui dar a volta por cima. Então, quando a gente quer, a gente consegue”, disse.

Outra estudante que se destacou no Enem foi Ana Julia Gomes Lima, de 18 anos, da Escola Estadual Militar Tiradentes Cabo Antônio Dilceu da Silva de Amaral, em Sorriso. Ela conquistou o primeiro lugar em administração na Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), campi de Sinop.
Ana Julia afirmou que, além das aulas e do apoio dos professores, o uso da tecnologia como o Chromebook e a participação no Pré-Enem Digit@l MT foram fundamentais para a preparação dela. “Sou grata ao empenho dos meus professores, da minha escola e da Seduc em nos oferecer o programa Pré-Enem com um conteúdo tão valioso para a minha preparação. Eu venci”, enfatizou.

A estudante Kathielly Natally Moraes de Almeida, de 18 anos, também foi aprovada em pedagogia na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Ela concluiu o 3º ano do Ensino Médio na Escola Estadual José de Lima Barros, em Nossa Senhora do Livramento, e também foi beneficiada pelo programa Pré-Enem Digit@l MT.
Ela disse que as oportunidades oferecidas pela Seduc foram fundamentais para garantir a vaga. “Aproveitei todas as oportunidades de estudo que nos foram oferecidas e isso foi fundamental para a minha aprovação. O kit de livros me ajudou muito. Mantive o propósito de não desistir, de acreditar e de ter força de vontade e interesse no objetivo que tinha tudo para dar certo e deu”, comemorou.
O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, observou que esses são apenas alguns das centenas de exemplos de estudantes que, com determinação, superaram obstáculos e conseguiram ingressar em universidades públicas.
“O resultado alcançado por esses jovens é um incentivo para todos os estudantes da rede estadual de ensino, porque mostra que é possível atingir os objetivos com estudo e dedicação. Parabéns a todos os aprovados e que essa conquista seja apenas o início de uma jornada de sucesso acadêmico e profissional”, afirmou o secretário.
Pré-Enem Digit@l MT
O programa Pré-Enem Digit@l MT, oferecido gratuitamente pelo Governo de Mato Grosso, prepara os estudantes para o Enem, e, no ano passado, ofereceu 10 mil vagas. Foram distribuídos kits com 16 livros, cadernos de exercícios, aulões presenciais, lives com professores, concurso de redação e plataforma digital com todo o conteúdo exigido nas provas.
Para a edição de 2024, que abre a inscrição na segunda-feira (05), serão oferecidas 15 mil vagas. O investimento com o material em 2023 foi de R$ 12,6 milhões, e, em 2024, será de R$ 14,9 milhões.
Em 2023 houve a disponibilização de lanche para 10.000 estudantes durante os aulões presenciais semanais, com investimento que totalizou R$ 450 mil. Em 2024 o investimento será de R$ 1,6 milhão.
Esta ação faz parte da Política ‘Projetos Pedagógicos Integrados’, uma das 30 políticas educacionais que compõem o Plano EducAção 10 Anos, que objetiva colocar a rede estadual entre as cinco redes mais bem avaliadas no país até 2032.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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