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Estudantes de MT garantem vaga em campeonato mundial de robótica nos Estados Unidos

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Estudantes da rede estadual de ensino garantiram vaga no campeonato mundial de robótica, que acontece em abril deste ano, em Houston (EUA), na modalidade FIRST Robotic Competition (FRC). A equipe Canintech, formada por 11 estudantes do ensino médio conquistou uma das seis vagas, durante participação no 6º Campeonato de Robótica, promovido pelo Serviço Social da Indústria (Senai), no último final de semana, em Brasília.

Os alunos da rede estadual em Sinop também fazem cursos técnicos por meio de parceria da Secretaria Estadual de Educação (Seduc), com o Senai.

Nesta terça-feira (05.03), esses estudantes foram recebidos pelo governador Mauro Mendes, no Palácio Paiaguás.

“Vocês talvez não tenham a dimensão da minha emoção. Fico muito feliz em ver oportunidades como esta chegando para estudantes de escolas públicas. Essa conquista no campeonato de robótica irá fazer com que vocês possam ir muito além”, disse o governador.

Mauro Mendes contou que também estudou em escola pública e que trabalhou muito para ter as oportunidades conquistadas ao longo da vida. “Obrigado a todos. O mercado busca esse tipo de profissional que compete e que corre atrás dos seus objetivos. Vocês podem ter a certeza de que terão um futuro brilhante”, completou.

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O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, também destacou o orgulho de ter estudantes da rede estadual de ensino representando o estado como uma das equipes que vão representar o Brasil nos Estados Unidos daqui a dois meses.

“Esse resultado mostra que estamos no caminho correto. Hoje, temos 102 escolas que pratica o ensino com robótica, além de outras tecnologias em sala de aula como conectividade, Smart TVs, por exemplo. E vamos expandir. A nossa previsão é ampliar para 300 escolas com robótica educacional ainda neste ano”, anunciou.

Estudante da Escola Estadual Enio Pipino, em Sinop, Guilherme Cajaiba, de 16 anos, concluirá o Ensino Médio junto com o curso de Técnico em Automoção. A conquista em Brasília, segundo ele, só foi possível com o apoio que ele e os colegas tiveram nas escolas, a dedicação individual de cada um e o trabalho em equipe.

“No curso técnico estudamos sobre programação, ciência, tecnologia, mecânica, outros conteúdos. Estar entre as equipes que vão para os Estados Unidos é a certeza de que esse esforço vale a pena. Nossa expectativa é conseguir uma boa pontuação no mundial e voltarmos de lá vencedores”, pontuou Guilherme.

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Rafaella Rodrigues, de 16 anos, da Escola Estadual Nilza de Oliveira Pipino, também componente da equipe Canintech, mostrou ao governador e ao secretário de Educação como funciona a arena onde os robôs competem. Após a demonstração, Mauro Mendes assumiu o controle e pode experimentar a emoção de controlar os dois robôs das equipes vencedoras.

O evento

O Campeonato de Robótica faz parte do 6º Festival Sesi de Educação e reuniu mais de 2 mil estudantes de todo o Brasil em uma competição acirrada e repleta de inovação tecnológica. Os times competiram em quatro modalidades, deixando clara a sua habilidade e conhecimentos técnicos.

Mato Grosso participou com as seguintes equipes formadas por estudantes do Ensino Médio por meio de uma parceria entre o Senai e a Seduc: Agrobot de Rondonópolis, Agrotech de Várzea Grande, Canintech de Sinop, além de duas equipes formadas por estudantes Sesi Escola Cuiabá e Senai Porto: TuiuTech e MTech.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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