MATO GROSSO
Expedição SER Família Mulher – MT Por Elas é lançada em Cáceres com participação da primeira-dama do Estado
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A comitiva foi recebida pela prefeita de Cáceres, Eliene Liberato; servidores da Segurança Pública, secretários municipais e vereadores.
Com a missão de expandir as ações especializadas em proteção à mulher e vulneráveis, a primeira-dama do Estado agradeceu a participação de todos que abraçaram a causa.
“Hoje eu quero apenas agradecer a todas as pessoas que não estão medindo esforços no enfrentamento à violência contra as mulheres e vulneráveis, que têm deixado cicatrizes irreparáveis nas famílias. Estamos fazendo o nosso papel enquanto aguardamos uma medida do Congresso Nacional com leis que realmente impeçam tantas fatalidades”, afirmou.
Virginia Mendes também ressaltou a importância do apoio da presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Maria Erotides. “Eu tenho uma gratidão imensa por toda força e encorajamento que a desembargadora Maria Erotides tem me dado. Foi ela que nos ajudou com a implantação da Delegacia 24 Horas da Mulher em Cuiabá, e desde então ela tem nos apoiado”, recordou.
A Expedição tem a finalidade de mobilizar ações junto aos municípios, implementar políticas públicas e contribuir para o enfrentamento da violência doméstica, redução das desigualdades de gênero e combate ao feminicídio.
Segundo os números divulgados pela Coordenadoria de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, os indicadores apontam que a regional de Cáceres atualmente tem 361 medidas protetivas em andamento. Dessa etapa regional, estão incluídos os municípios de Araputanga, Mirassol D’Oeste e Porto Esperidião.
A primeira-dama do Estado ainda lembrou os avanços com os mecanismos implantados, a exemplo da criação da Coordenadoria de Enfrentamento à Violência Contra Mulher e Vulnerável na Polícia Judiciária Civil (PJC), que contou com o apoio do secretário de Estado de Segurança Pública, coronel Roveri; da delegada-geral da PJC, Daniela Maidel; e do deputado estadual Beto Dois a Um, com o encaminhamento da Lei Complementar e a parceria do deputado Max Russi; bem como do compromisso e dedicação da secretária da Setasc, coronel Grasi Bugalho, e sua equipe.
“Cada ação que fazemos, cada passo que damos é graças a essa união de esforços, porque sozinha eu não seria capaz de caminhar nesta luta”, destacou Virginia Mendes.
Para a prefeita Eliene, o exemplo que a primeira-dama do Estado tem dado é fundamental para motivar o desenvolvimento das políticas públicas. “Eu já tinha uma admiração pela senhora, dona Virginia, hoje admiro muito mais, porque a senhora realmente se importa com essa causa”, afirmou.
Para a desembargadora Maria Erotides, Mato Grosso é um Estado abençoado por ter uma primeira-dama que realmente se importa com a população, especialmente com a causa das mulheres.
“Feliz o estado de Mato Grosso que tem uma primeira-dama como a senhora, feliz o estado que tem uma primeira-dama que olha para as regiões mais carentes, porque esse projeto poderia começar por uma região muito mais rica, mas Cáceres foi escolhido. Feliz o Estado que tem uma mulher que, na pandemia, estava lá construindo, olhando, brigando com secretários para que a Delegacia 24 Horas da Mulher estivesse funcionando. Somos abençoados por ter o olhar sensível da primeira-dama Virginia Mendes”, avaliou.
Segundo a procuradora-geral do Estado e presidente da Comissão de Direitos da Mulher da OAB, Glaucia Amaral, Mato Grosso se destaca nas estratégias de combate aos crimes contra mulheres, porque trabalha com sincronia e inteligência.
“Desconheço a realidade que vivemos em Mato Grosso em outros estados, onde trabalhamos em unidade, de maneira inteligente e sincronizada. Vale lembrar que a violência doméstica não é problema apenas das mulheres, mas de toda a sociedade”, pontuou.
“O nosso estado cresce em todos os segmentos, ele é referência em todo o Brasil, mas a Assistência Social ser tão protagonista mostra a grandeza dos projetos capitaneados e idealizados pela primeira-dama Virginia Mendes. Isso demonstra a real preocupação com o desenvolvimento de políticas públicas para toda a população”, observou o deputado estadual Beto Dois a Um.
A delegada-geral da PJC observou a complexidade dos crimes de violência doméstica e pontuou o apoio do programa SER Família Mulher. “A nossa missão é investigar crimes, mas a violência é um crime complexo. Precisávamos, em algum momento, encontrar uma visão diferenciada, e então surge o programa SER Família Mulher com o respaldo de toda a rede de proteção e social”.
Participaram da cerimônia de abertura da Expedição a secretária da Setasc, Cel. Grasi Bugalho; da Desenvolve MT, Mayran Beckman; a presidente e diretora do Fórum 4ª Vara Cível, juíza Joseane Carla Ribeiro; o coordenador do Ministério Público de Cáceres, Dr. Augusto Lopes; a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra Mulher e Vulnerável da Polícia Civil, delegada Jannira Laranjeira; a promotora Eulália Natália Silva; a defensora pública Tânia Matos; a delegada Paula Gomes; a promotora Thais Cristina; o presidente da câmara de vereadores Luiz Landin; o prefeito de Araputanga, Enilson Rios; o prefeito de Mirassol D’Oeste, Héctor Bezerra; a comandante do Corpo de Bombeiros, Major Tamara Secotti; e a presidente do Conselho Municipal dos Direitos Humanos da Mulher, Ellen Campos.
Fonte: Governo MT – MT
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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