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Fabio Garcia comemora fim de fila de cirurgias e destaca gestão

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JB News

Da Redação

O fim da fila para seis procedimentos cirúrgicos anunciado pelo Gabinete de Intervenção da Saúde de Cuiabá foi comemorado pelo chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União). Ele destacou que o fato deixa claro que o problema na Saúde da capital era motivado especificamente pela má gestão.

“O trabalho desempenhado pelo gabinete, chefiado pela interventora Danielle Carmona, tem trazido resultados importantes para a população. E isso com os mesmos recursos que a administração municipal teria à disposição, o que demonstra que o problema era mesmo de gestão”, pontuou Garcia.

Nesta semana, o gabinete anunciou que zerou a fila de pacientes, moradores da capital, que aguardavam pelos procedimentos cirúrgicos de cateterismo, esplenectomia (baço), orquidopexia, gastrotomia, reparação de outras hérnias e prolapso anal. Com isso, não há mais pacientes de Cuiabá aguardando por essas cirurgias.

Outro avanço importante conquistado graças à equipe chefiada por Carmona é que para outros 14 procedimentos cirúrgicos os pacientes que aguardam pelas cirurgias deram entrada ainda este ano.

“Tudo isso foi possível graças a um trabalho focado e eficiente, voltado para atender de fato a população, com a realização de mutirões e a otimização de pessoal e de recursos” ressaltou o chefe da Casa Civil.

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No início da intervenção na Saúde de Cuiabá, havia mais de 110 mil procedimentos aguardando para serem agendados. Desde então, esse total reduziu mais de 60% e, atualmente, há cerca de 39,9 mil procedimentos para serem agendados para pacientes de todo o Estado em unidades hospitalares de Cuiabá.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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