MATO GROSSO
Feira da Agricultura Familiar e Turismo Rural movimenta Festival de Pesca de Cáceres
MATO GROSSO
Aberta na noite desta terça-feira (04.07), a Feira Estadual da Agricultura Familiar e Turismo Rural (Feaftur) movimentou o público que visitou o espaço montado no Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) e Prefeitura Municipal, além do apoio da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).
Para Clara Machado, 32 anos, natural de Brasília e com familiares vivendo em Cáceres, o espaço da Feaftur é um grande diferencial desta edição. “Sempre combinamos nesta época do ano estar na cidade que fica com uma energia diferente não só pela festa, mas pelas pessoas que participam. Ao perceber a feira foi uma grande surpresa e a diversidade de produtos é um chamariz”.
Opinião semelhante à de Antônio Clarindo de Jesus, 55 anos, que estava com a esposa e os três filhos. Natural de Cáceres, disse que gostou muito de ver tantos expositores comercializando vários produtos da agricultura familiar. “Nasci na roça e sempre vi meus pais e avós com muito sacrifício lidando com os serviços do campo e ainda ter que vender alguns produtos para fazer renda em casa e conseguir pagar as contas. Ter a oportunidade de comprar um mel, uma castanha, frutas, bolos e até carnes é um grande privilégio. Recomendo a todos que passarem pela Fipe conhecer o espaço da Feaftur, está muito bonito e organizado”.
Com a mesma animação ficou o expositor Alex Lopes Yung, que produz licores e cachaça artesanal. Ele fechou a noite com a venda de 30 garrafas de licores e 50 de cachaças. “Todas as expectativas foram superadas. Não imaginava que por ser o primeiro dia, o movimento seria tão grande. Ainda faltam cinco dias e estamos muito animados e agradecidos pela oportunidade”.
Sebastião de Moraes, da Fábrica de Doces Campo Alegre de Nossa Senhora do Livramento, também ficou animado com as vendas. “Vendemos bem no primeiro dia e estamos contentes com a receptividade do publico”.
O secretário em exercício da Seaf, Clovis Cardoso, e o presidente da Empaer, Renaldo Loffi, acompanharam a prefeita Eliene Liberato Dias, durante a visita no espaço. “Parabenizo a todos os envolvidos que oportunizaram este magnífico espaço da agricultura familiar. Ficou muito bonito e agradável tanto para os expositores quanto para quem visita. A Fipe que é uma referência internacional só tem a ganhar com a Feaftur e sua diversidade de expositores”.
Clovis destacou o compromisso do Governo do Estado em fomentar as cadeias produtivas de Mato Grosso. “É um momento que unimos forças no objetivo de oportunizar aos agricultores de comercializar seus produtos, além de dar visibilidade a duas importantes pastas, a Seaf e a Empaer”.
Para o presidente da Empaer, Renaldo Loffi, é um momento de festa com o envolvimento de toda equipe da Empaer e da Seaf que não mediram esforços para deixar tudo pronto. “Ter a oportunidade de ver o resultado é importante. Conversar com os expositores e sentir que estão empolgados e tendo a oportunidade de vender seus produtos”.
A solenidade de abertura contou com a presença do secretário Nacional de Pesca Industrial, Expedito Gonçalves Pereira Netto, do deputado estadual Valmir Luiz Moretto, do coordenador geral do Fipe, Cláudio Donatoni, representantes da Marinha do Brasil, Exército, forças da segurança estadual, entre outros.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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