MATO GROSSO
Feira de adoção no Parque Tia Nair encerra programação da I Semana Municipal dos Animais
MATO GROSSO
No sábado (7), a partir das 16h, a Prefeitura de Cuiabá, através da Secretaria Adjunta de Bem-Estar Animal, exibirá mais uma mostra de cães e gatos lindos e saudáveis liberados para adoção. São 43 animais, sendo a maioria filhotes. Apenas 4 gatos e 6 cães são adultos e já estão castrados. Dos filhotes, 26 são cães e 7 gatinhos. Todos estão vacinados e vermifugados, prontos para entrar em um lar. A iniciativa encerra a programação da I Semana Municipal de Animais, que começou no dia 1º deste mês, alusiva ao Dia Mundial dos Animais, comemorado em 04 de outubro.
“Com esta ação encerramos a programação que marcou a I Semana Municipal dos Animais. É certo que as ações da Prefeitura de Cuiabá em prol da causa animal não param, mas foi uma semana de iniciativas mais intensas, com sessão de fotos dos animais, blitz informativa sobre o agravo que o abandono e maus-tratos ocasionam, resultando de atitudes humanas, e as feiras de adoção no Mercado Municipal Antônio Moyses Nadaf (Mercado do Porto) e no Parque Tia Nair”, lembrou a secretária adjunta do Bem-Estar Animal, Andrea de Mello.
A expectativa no Parque Tia Nair é atingir a meta de encontrar uma casa para cada um desses bichinhos que merecem muito amor. “Não tem como negar que a gente se apega a eles, e desejamos que os novos donos sejam assim, amorosos, zelosos e, de fato, um tutor. Aliás, essa deve ser uma prerrogativa na hora de levar um pet para casa, saber que o cuidado será por anos, pois vivem 10, 12, 15 anos. Tem que pensar e planejar a rotina com um novo integrante”, pontuou Andrea.
A sessão fotográfica Pets realizada na Praça Alencastro, mesmo não sendo possível levar todos os animais, aoresentou um pouco das graciosidades que chegam através de denúncias, ou seja, animais que tiveram a oportunidade de uma nova chance de vida ao serem resgatados. Para os profissionais que lidam com a situação, é uma alegria poder vê-los tão bem, pois chegam em situações degradantes, magros, doentes. Ou feridos, com carrapatos, famintos.
Já as blitzes possibilitaram que centenas de pessoas fossem abordadas e recebessem informações por meio de material gráfico e conversa rápida sobre a causa animal. Em várias abordagens, as pessoas sensibilizadas disseram se atentar mais para a causa a partir do momento em que denunciarem situações de violência aos animais. As blitzes foram realizadas entre os dias 03 e 05 em diferentes áreas livres da Capital, como as Praças Alencastro, da República, Ipiranga e Maria Taquara; terminal do CPA I e CPA III e Estação Bispo.
SERVIÇO
Feira de adoção de Animais
Local: Parque Tia Nair
Data: 07/10
Horário: 16h
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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