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FIT Pantanal 2025 será realizada em junho e promete superar expectativas com foco no turismo sustentável

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A Feira Internacional do Turismo do Pantanal (FIT Pantanal), edição de 2025, será realizada nos dias 5 a 8 de junho, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. As datas foram confirmadas durante o lançamento da feira, na manhã deste sábado (24), durante o “Feirão do Turismo: Conheça o Brasil”, no Sesc Arsenal. A FIT Pantanal é realizada pelo Sistema Comércio de Mato Grosso – Fecomércio, Sesc, Senac e IPF (Instituto de Pesquisas e Análise da Fecomércio) em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT).

O presidente do Sistema Fecomércio, José Wenceslau de Souza Júnior, em sua fala na solenidade de lançamento da FIT Pantanal 2025, ressaltou que a expectativa para o evento do próximo ano é ambiciosa. “Queremos superar os 300 expositores da edição de 2024 e atrair mais de 65 mil visitantes. Além disso, a realização deste evento movimenta não apenas o turismo, mas também a economia local, beneficiando hotéis, restaurantes, e comércios de Cuiabá e Várzea Grande”, completou.

Para a edição de 2025, a FIT Pantanal terá como tema central o desenvolvimento econômico, social e sustentável, sempre priorizando as atividades turísticas diversificadas presentes nos três biomas de Mato Grosso (Amazônia, Cerrado e Pantanal), e na região do Araguaia.

Com isso, os pontos de destaque serão o turismo rural e a agricultura familiar, que vem atraindo e agradando o público nas últimas edições, com os diversos serviços e produtos oferecidos.

Uma pesquisa realizada recentemente pelo Ministério do Turismo destacou que 64% dos brasileiros, ao escolherem seus roteiros turísticos, preferem destinos menos movimentados. “Esse dado reforça a importância de eventos como a FIT Pantanal, que destaca as belezas naturais de Mato Grosso, oferecendo destinos tranquilos e acessíveis, que encantam tanto os moradores do estado quanto turistas de todo o Brasil”, enfatizou José Wenceslau.

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De acordo com uma pesquisa internacional, divulgada este mês no Global Travel Market Report da Phocuswright, uma empresa de análises dos EUA, o Brasil está entre os 15 maiores mercados de viagem do planeta, tendo recebido 5,9 milhões de estrangeiros em 2023.

“Isso demonstra o nosso imenso potencial para atrair ainda mais visitantes estrangeiros também para o nosso estado”, completou o presidente do Sistema Comércio, que ainda agradeceu a parceria com o Governo do Estado, por meio da Sedec-MT, à Secretaria de Agricultura Familiar, ao Sebrae e aos demais parceiros do evento.

Para 2025, a grande novidade na FIT Pantanal ficará por conta do espaço que será destinado ao público jovem e às famílias, com atividades de interação, buscando atrair cada vez mais as novas gerações e a integração familiar, por meio do turismo.

Além disso, para a edição do próximo ano, haverá a ampliação das exposições em auditórios e pavilhões. Rodadas de negócios nacionais e internacionais, de forma presencial, serão promovidas pelo Sebrae, parceiro da FIT Pantanal.

O secretário adjunto de Turismo, Felipe Wellaton, falou sobre a importância do momento para o turismo de Mato Grosso. “Como é bom ver o Sesc Arsenal, esse patrimônio da nossa cidade ocupado nessa manhã de sábado. E como é bom estar com esse Feirão do Turismo, trazendo desconto, trazendo oportunidades, para a gente conhecer aquilo que é nosso, conhecer aquilo que é seu. Aqui, reflete claramente o momento atual do turismo, um momento de união. Não tem como falar do desenvolvimento do Estado sem o turismo. É a cadeia que emprega, é a cadeia que desenvolve outros setores e transforma as cidades”, enfatizou.

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O evento contou com a presença da deputada federal Gisela Simona, do deputado estadual Carlos Avalone, da diretora superintendente do Sebrae, Lélia Brun, do presidente do Cetur-MT, Luis Carlos Nigro, e a ex-vice-prefeita de Cuiabá, Jaci Proença.

Feirão do Turismo

O lançamento da FIT Pantanal 2025 abriu o evento Feirão do Turismo: Conheça o Brasil, realizado no Sesc Arsenal, durante todo o sábado.

Os visitantes puderam adquirir passeios e pacotes turísticos de Mato Grosso, e outros destinos, para o período de baixa temporada, com descontos. Ao todo, 20 expositores estiveram presentes. Também foi possível adquirir pacotes de forma on-line, de empresas com o selo “Feirão do Turismo: Conheça o Brasil”. O evento, que em Mato Grosso se deu com a adesão da Sedec à iniciativa do Ministério do Turismo (MTur), ocorreu simultaneamente em 14 capitais do país e de forma virtual.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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