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Força-tarefa apreende mais de 1,7 mil kg de cocaína no Pantanal mato-grossense

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Força-tarefa entre a Polícia Federal, Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) resultou na apreensão de 1.723,90 kg de cloridrato de cocaína na região de Poconé (104 km de Cuiabá), no final da tarde deste domingo (26). A droga estava escondida no meio da vegetação densa do Pantanal mato-grossense, coberta por lonas e folhas.

De acordo com assessoria de imprensa, a descoberta foi fruto de intenso monitoramento da região fronteiriça realizada pelos órgãos de segurança no combate ao tráfico ilícito de drogas. Conforme a PF, a região já foi anteriormente utilizada para esconderijo de drogas e nas proximidades foi constatada pista clandestina para pouso de aviões.

Preliminarmente, as investigações apontam possível ligação desta apreensão com o flagrante realizado no começo da tarde de ontem em Sinop (480 km de Cuiabá), em que um avião foi abordado com 462 kg de cloridrato de cocaína.

Somando as duas grandes apreensões são mais de duas toneladas de droga apreendida em um único dia em Mato Grosso.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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