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Hospital Regional de Sorriso integra projeto de telemedicina do Hospital Albert Einstein

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O Hospital Regional de Sorriso, administrado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), participa do projeto de qualificação da assistência em Terapia Intensiva por Telemedicina (TeleUTI), ofertado pela Instituição Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein em parceria com o Ministério da Saúde. 

A unidade hospitalar integra o projeto desde agosto de 2022 e, na última semana, recebeu a visita presencial das equipes de UTI do Hospital Albert Einsten, representada pelo médico infectologista e intensivista, Décio Diamont. 

“Esse projeto foi possibilitado pelo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). A SES abraçou essa iniciativa, que é focada no aperfeiçoamento das condutas médicas nas Unidades de Terapia Intensiva para adultos”, explicou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo. 

A secretaria adjunta de Gestão Hospitalar da SES, Caroline Dobes, avalia positivamente a iniciativa e pontua que o Hospital Regional de Sorriso ganha na qualidade de assistência e na modernização de seus procedimentos e protocolos.

“Ter um projeto com o Hospital Albert Einsten, que é referência no Brasil para tratamento hospitalar, só enriquece a nossa assistência aos pacientes. Isso reverbera em todos os outros setores da unidade de saúde, além de beneficiar os profissionais que, muitas vezes, trabalham em outros locais e poderão aplicar essa eficiência onde forem”, acrescenta Caroline Dobes. 

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Por meio da TeleUTI, é possível desenvolver estratégias para melhorar o cuidado aos pacientes críticos, estimular o uso de indicadores de qualidade e de gestão, promover discussões que orientem as políticas públicas e analisar o impacto das intervenções propostas pelo projeto.

O projeto tem validade de 2 anos e as visitas de telemedicina – que integram equipes do Albert Einsten e do Hospital Regional de Sorriso – acontecem regularmente de segunda a sexta-feira, às 16h. 

“O programa propõe, por meio da telemedicina, a implantação de ‘Tele Rounds’ com equipes multiprofissionais de ambos os hospitais, de forma a otimizar a condução clínica e os desfechos de pacientes internados em leitos de UTI Adulto”, concluiu a diretora do Hospital Regional de Sorriso, Ione Carvalho.

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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