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Força-tarefa regulariza 49,8 mil títulos e Botelho reforça importância do voto

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JULIANA VELASCO/ITIMARA FIGUEIREDO
Fotos: VANDERSON FERRAZ

O exercício da cidadania da moradora do bairro Pedra 90, Maria Helena Pereira da Silva, estava impedido. Para se manter em dia com a Justiça Eleitoral, ela procurou o posto avançado do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que atendeu quase três mil eleitores no período de 4 de abril até 8 de maio. Muitos, assim como Maria Helena, deixaram para o último dia do prazo de fechamento do Cadastro Eleitoral, o que gerou filas enormes na Casa de Leis.

O movimento foi intenso no dia 8 de maio, último dia do prazo para regularização dos títulos, e 26.645 pessoas procuraram a Assembleia Legislativa, Cartórios Eleitorais e Centrais de Atendimento instaladas no Estado.

“Cheguei cedo para garantir o atendimento. “Meu título estava cancelado, e por isso, vim na Assembleia, isso facilitou muito”, diz a cidadã já apta para votar nas eleições municipais de 6 de outubro, deste ano.

Conforme o técnico administrativo do TRE-MT, Thiago Silvério, no mês de abril aproximadamente 200 pessoas foram atendidas diariamente na ALMT. Mas na reta final a procura aumentou significativamente, sendo regularizados 450 documentos por dia.

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O presidente da Casa de Leis, deputado Eduardo Botelho, informou que somente no último dia, 667 pessoas regularizaram as pendências com a Justiça Eleitoral no posto da ALMT. “A parceria com o TRE-MT facilitou muito o acesso, e no último dia, os atendimentos foram ampliados por conta da alta procura”, frisa.

A direção do TRE-MT, segundo Botelho, atendeu a reivindicação dos deputados. “Pedimos para desembargadora Maria Aparecida Ribeiro e ela autorizou a equipe ficar mais tempo na ALMT. Pois sabemos o quanto é importante regularizar o título de eleitor e participar do movimento democrático nas eleições municipais. Fiquei feliz em saber que quase 500 mil pessoas estão aptas a votar no Estado. É um número bom, avançou muito”, disse o deputado parabenizando o trabalho realizado por toda equipe do TRE-MT e parceiros.

Resultados satisfatórios

Mato Grosso tinha 201 mil títulos cancelados, a maioria por ausência às urnas ou por não terem coletado dados biométricos. Para garantir o direito do voto à população, em março deste ano, foi feito um Acordo de Cooperação Técnica com os órgãos públicos a fim de abrir postos de atendimentos na ALMT, Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT), Tribunal de Justiça (TJMT) e Câmara Municipal de Várzea Grande.

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A presidente do TRE-MT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, destacou o empenho de toda a equipe do Tribunal, magistrados, servidores, colaboradores e órgãos parceiros, ao longo de um ano (maio de 2023 a maio de 2024). Nesse período, foram realizados 516.637 atendimentos pela Justiça Eleitoral de Mato Grosso.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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