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Força Tática prende suspeito de desmatamento de terras com espingardas e munições

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Policiais militares da Força Tática do 3º Comando Regional prenderam em flagrante um homem de 28 anos por porte ilegal de arma de fogo, na tarde desta sexta-feira (21.07), na zona rural de Nova Ubiratã. Com o suspeito, foram apreendidas três espingardas e 38 munições de diversos calibres.

Conforme o boletim de ocorrência, durante patrulhamento rural na região, a equipe da Força Tática recebeu denúncias sobre um grupo de pessoas que estariam invadindo uma área de reserva legal para realizar desmatamentos, em uma propriedade rural.

Após diligências, os policiais militares localizaram um suposto acampamento e encontraram um homem. Ao ser questionado, o suspeito disse que estava no local a mando de uma pessoa, que não soube identificar nome completo, e confessou que também realizava a retirada de madeiras da propriedade.

Em buscas no local, os policiais encontraram três espingardas, de calibres 5.5, .22 e .32, além de 38 munições para todo o armamento. Perguntado novamente sobre o registro das armas, o homem não apresentou documentação dos objetos.

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Diante do flagrante, o suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Delegacia de Nova Ubiratã, com todo o material apreendido, para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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