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Força Tática prende três pessoas por receptação de veículo e tráfico de drogas

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam dois homens e uma mulher por receptação e tráfico de drogas, nesta terça-feira (02.07), em Cuiabá. Na ação, a PM também recuperou um veículo Gol que havia sido furtado horas antes e apreendeu porções de pasta base e R$ 2,4 mil em dinheiro.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes da Força Tática buscavam um veículo Gol vermelho com queixa de furto registrada no mesmo dia, em Cuiabá. Durante o andamento das diligências, os militares receberam informações de que o veículo foi identificado, por câmeras de monitoramento, pela avenida Miguel Sutil, sentido bairro Porto.

A equipe da Força Tática, que se encontrava próxima, visualizou o veículo e abordou o carro, ocupado pelos três suspeitos. Em checagem ao carro foi constatada a queixa de furto sobre o veículo.

Já com os criminosos e dentro do carro, os militares encontraram uma faca, seis porções de pasta base de cocaína e a quantia de R$ 2.483,00 em dinheiro. Questionados sobre o material, o condutor do automóvel disse que os produtos eram seus, mas não soube explicar a procedência das drogas e valores.

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Todos os três suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais procedimentos.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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