MATO GROSSO
Francieli e Giseli reeditam chapa histórica feminina e miram reeleição em Santo Antônio de Leverger
MATO GROSSO
A chapa histórica de duas mulheres disputando juntas o comando da Prefeitura de Santo Antônio de Leverger será reeditada. Isso porque Francieli Magalhães de Arruda (PSB) busca a reeleição ao lado da vice Giseli Ribeiro (Podemos). A convenção do PSB que sela o arco de alianças da chapa ocorre neste sábado (3) e ambas voltam ao pleito eleitoral juntas.
Francieli é filha de agricultores que trabalham na zona rural de Santo Antônio do Leverger e Giseli é de família de ribeirinhos. Ao longo das últimas semanas alguns nomes foram cogitados para ocupar o lugar da vice, enquanto Giseli também avaliava se outro projeto poderia ajudar mais o grupo político. No entanto, o consenso em torno da reedição da chapa.
“Provamos que nosso trabalho é sério e que lugar de mulher é na política. Não tive dúvidas quando escolhemos a Giseli desde a primeira eleição que concorremos juntas e agora vamos seguir nesse time. Sabemos que é uma quebra de paradigma e estamos prontas e fortalecidas para fazer o nosso melhor sempre”, conta a prefeita que vai à reeleição Francieli.
Quando assumiram a gestão municipal, após vencerem as eleições em 2020, fizeram história ao serem eleitas para a primeira gestão de mulheres à frente da Prefeito de Santo Antônio, o que também levou ambas a enfrentarem alguns desafios.
“Foram feitos muitos trabalhos em nosso município e eu sempre estive ao lado dela apoiando e dando o suporte necessário. Duas mulheres são capazes de fazer muito pelo povo. Agradeço a todos que me ajudaram a chegar até aqui, minha família, a todos aqueles amigos, e foram muitos que oraram e oram por nós. Agora, o caminho está só começando”, garante a vice Giseli.
Além do PSB da pré-candidata a prefeita e do Podemos da vice, a chapa tem em seu arco de aliança o União Brasil e o PL. Lideranças estaduais também endossam a candidatura, tais como os deputados estaduais Beto Dois a Um (União), Eduardo Botelho (União), Júlio Campos (União), Max Russi (PSB), Wilson Santos (PSD), Dr. João (MDB), Valmir Moretto (Republicanos), Faissal Kalil (Cidadania), do senador Jayme Campos (União), entre outros.
“É uma alegria imensa poder participar desse momento em que podemos ver duas pessoas competente e responsáveis seguindo juntas construindo o melhor para a população de Santo Antônio. Pude acompanhar a dedicação delas na Prefeitura e garanto que responderam com muito trabalho a todas as expectativas. Por isso, reforço meu apoio e meu empenho em estar ao lado dessa chapa e fazendo parte da construção dessa história”, afirmou Beto Dois a Um.
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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