MATO GROSSO
“Garantir uma saúde mais eficiente e modernizar as unidades serão os desafios para os próximos anos”, destaca secretário
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O Governo de Mato Grosso já investiu mais de R$ 1 bilhão para melhorar a infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde de Mato Grosso. De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, o objetivo para o segundo mandato é a modernização para garantir um atendimento mais eficiente à população mato-grossense.
“O Estado foi consertado no que diz respeito à gestão financeira e já colocamos em curso um programa de investimento robusto, considerado um dos maiores do país, para reformar e ampliar todas as unidades de saúde com o objetivo de atender com eficiência toda a nossa população.”
Do total dos investimentos, R$ 800 milhões foram destinados para a construção de seis novos hospitais, entre eles o Hospital Central de Alta Complexidade, em Cuiabá.
“É muito bom acompanhar de perto os avanços da obra do Hospital Central, que é esperado pela população de Mato Grosso há mais de 34 anos. A equipe da SES trabalha com muita seriedade para que esse hospital beneficie o nosso estado. Este é um Governo que prometeu fazer a saúde funcionar e está cumprindo essa promessa”, declarou o secretário Gilberto Figueiredo.
Acompanhe aqui a íntegra da entrevista do secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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