MATO GROSSO
Gata da raça Bengal, avaliada em R$ 7 mil, é confundida com jaguatirica e solta por bombeiros em mata de BH
MATO GROSSO
Nesta terça-feira (10), o Corpo de Bombeiros foi acionado por um condomínio do bairro Belvedere, na região nobre de Belo Horizonte, para retirar uma “pequena onça”, do local. Uma rede foi usada para capturar o animal, semelhante a uma jaguatirica. Em seguida, a “onça” foi “libertada” em uma mata próxima.
Porém, trata-se de uma gata da raça Bengal, também conhecida como gata-de-bengala, avaliada em R$ 7 mil.
Ele falou que acordou às 7h da manhã com mensagens de moradores no grupo do condomínio dizendo que havia uma “onça”próximo ao elevador do andar onde mora.
O veterinário deu falta do animal no apartamento e, ao chegar à portaria, foi informado que os bombeiros estiveram no local e soltaram o animal em uma mata da região.
Segundo o tutor, a gata é um animal de estimação com 7 meses de idade e muito dócil.
G1
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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