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Gefron, Bope e PF apreendem 220 tabletes de cocaína escondidos em caminhão com carga de carne

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Uma ação conjunta do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Batalhão de Operações Especiais (Bope) e Polícia Federal resultou na apreensão de 220 tabletes de cocaína nesta terça-feira (02.04), em Cuiabá.   

A droga foi encontrada em um caminhão frigorífico interceptado na Rodovia dos Imigrantes. Com o apoio do cão farejador do Bope, os agentes identificaram um compartimento falso no veículo, o que levou a uma inspeção minuciosa posteriormente realizada no frigorífico.

Para acessar o assoalho do caminhão, onde os 220 tabletes de cocaína estavam escondidos, foi necessário descarregar a carga de carne. O motorista, um homem de 36 anos, recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Cuiabá.

Em depoimento, ele optou por permanecer em silêncio, limitando a informar apenas que a carne tinha como destino a cidade São Paulo. 

A ação também contou com auxílio da Força Tática do 1º Comando Regional e 4º Batalhão de Várzea Grande. 

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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