Eleições 2022
Gilberto Figueiredo prestigia Festival de Pesca em Carlinda e faz “adesivaço” na Capital
MATO GROSSO
16ª edição do evento ocorreu no domingo (21); no sábado (20), ex-secretário estadual de saúde também promove 1º “adesivaço” da campanha a estadual em Cuiabá
O candidato a deputado estadual pelo União Brasil, Gilberto Figueiredo, ao lado da prefeita de Carlinda, Carmelinda Leal, participou da 16ª edição do tradicional Festival de Pesca do município (774 km de Cuiabá).
O festival, que acontece às margens do Rio Teles Pires, ficou dois anos paralisado, em razão da pandemia da Covid-19. Figueiredo, que é amante declarado da pesca esportiva, agradeceu a receptividade da prefeita e destacou a importância de prestigiar o evento que cresce a cada edição e vem se tornando uma das maiores atrações turísticas da região, atraindo cada vez mais público e participantes.
“Aqui tenho um apoio muito grande da prefeita Carmem. É muito importante que todos estejam engajados para promover e divulgar os festivais, os eventos que tem no interior. Esse é um evento que valoriza o rio Teles Pires, um patrimônio do nosso Estado. O primeiro a ser realizado depois da pandemia. Estou comprometido em contribuir para esse fim, valorizando cada vez mais os eventos como este. Além de prestigiar, nós que estamos na capital precisamos aprender a valorizar todos os eventos que são realizados no interior”, disse Gilberto.
A prefeita Carlinda, Carmelinda Leal, enfatizou a proximidade de Gilberto com o município em ações políticas e culturais promovidas na cidade. “Para nós já é rotina ter o Gilberto aqui no município. Já não é nenhuma surpresa tê-lo numa festa conosco. Porque o Gilberto foi muito participativo na vida das pequenas cidades, e Carlinda é uma delas. Ele está aqui no festival conosco é muito importante, por ser uma visita nobre de uma pessoa que é muito correta no que faz”, destaca.
Carmem também lembrou dos movimentos de Figueiredo à frente da Secretaria Estadual de Saúde durante a pandemia, classificando como “fundamental sua contribuição e comprometimento com os municípios menores de Mato Grosso”. “Na frente da pasta da saúde, ele fez um trabalho excepcional. Contemplou os municípios e organizou a saúde do Estado e fez com que pudéssemos levar uma saúde de qualidade para nossa população. Então esse é um dos motivos pelo qual eu, como prefeita, apoio a candidatura do Gilberto Figueiredo, porque ele pensa primeiro na saúde, e as pessoas quando estão com saúde conseguem produzir, trabalhar e viver muita com harmonia com suas famílias”, aponta.

“Isso é a parte mais importante na vida de todo cidadão, ter saúde. E graças a Deus, na frente da pasta como secretário foi excepcional. São vários projetos, hoje temos mais de cinco hospitais em construção e isso é muito importante. É uma pessoa comprometida, nós que somos representantes de um povo precisamos ter compromisso com quem tem compromisso com o povo”, finaliza Carmem.
1º Adesivaço
Gilberto Figueiredo também realizou, na tarde deste sábado (20), um grande “adesivaço” de veículos com apoiadores em Cuiabá. O ato político ajudou, também, a divulgar as propostas defendidas pelo ex-secretário para a Assembleia Legislativa.
“É uma maneira de ter contato direto com o cidadão. Os adesivos presentes nos carros ajudam na visibilidade de nossas propostas para que possamos chegar ao maior número de pessoas possível. É um momento importante que a gente convoca a população para se engajar ainda mais nesse momento de eleições”, declarou Gilberto.
Além do vasto conhecimento na área da saúde e educação, Figueiredo tem também como principal bandeira melhorar programas de incentivos, gerando mais empregos e renda para os mato-grossenses.
Rhuan Cezar de Oliveira, 31, morador do residencial Canaã, em Cuiabá, descreve a sensação de apoiar a candidatura do ex-secretário estadual de saúde e ressalta o histórico de atuação de Gilberto frente à pandemia na SES-MT.
“É uma grande satisfação poder apoiar o Gilberto nessa campanha até a Assembleia Legislativa, principalmente pelos serviços dele prestados na frente da secretaria estadual de saúde diante de uma pandemia que ninguém estava preparado. Ele, da melhor forma possível, conseguiu conduzir essa pandemia e por mais que a gente tenha perdido muitas vidas, ele conseguiu minimizar essas perdas. É com grande satisfação e orgulho que convoco meus amigos, minha família e todos para apoiarem o Gilberto, porque se ele fez muito como secretário de saúde de Mato Grosso, imagino que ele possa fazer ainda mais sendo deputado estadual”, afirma Rhuan.

Fonte: Eleições 2022
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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