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Governador assina convênio para asfaltar mais sete bairros em Várzea Grande

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O governador Mauro Mendes assinou um convênio para obras de asfalto novo e recuperação em sete bairros de Várzea Grande. O investimento total é de R$ 20,5 milhões, sendo R$ 20 milhões do Governo do Estado e R$ 566 mil da Prefeitura.

A assinatura dos convênios foi realizada na tarde desta segunda-feira (24.06), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá.

Mauro destacou o compromisso em melhorar a qualidade de vida dos várzea-grandenses e contribuir com o desenvolvimento na cidade.

“Esse convênio vai proporcionar melhorias no asfalto em diversos bairros da nossa cidade vizinha. Várzea Grande está em constante desenvolvimento, e o Governo do Estado busca contribuir com obras essenciais e que vão melhorar a vida do cidadão”, afirmou o governador.

Com a ordem de serviço serão atendidos para as obras de recuperação de malha viária e afastamento os bairros: Planalto Ipiranga, Potiguar, Centro Sul, Residencial José Carlos Guimarães, Residencial Jacarandá, Residencial Jatobá e Cohab Dom Orlando Chaves.

O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, disse que o convênio para novas obras é mais um trabalho em conjunto entre o Estado e o Município, que tem levado resultado à população.

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“Essa parceria com o Governo de Mato Grosso já é longa, e representa a dedicação em entregar obras de qualidade e que no fim das contas fortalecem as inúmeras entregas que o governador tem nos proporcionado. É um novo momento para a nossa cidade”, pontuou.

Além desse convênio, o Governo do Estado já investiu mais de R$ 1,2 bilhão em obras e ações para Várzea Grande nos últimos cinco anos. Entre elas se destacam o repasse de R$ 26 milhões para a construção da ETA Barra do Pari e os convênios para asfalto em mais de 60 bairros.

Também participaram da assinatura o senador Jayme Campos; o deputado federal Coronel Assis; o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho; os deputados estaduais Júlio Campos, Sebastião Rezende e Fabio Tardin; o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, e o presidente da Câmara de Várzea Grande, Pedro Tolares.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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