Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Governador de MT abre oficialmente a 30ª Feira Internacional de Turismo do Pantanal

Publicados

MATO GROSSO

O governador Mauro Mendes abriu oficialmente a Feira Internacional de Turismo (FIT) do Pantanal nesta quinta-feira (04.05), no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. Neste ano é celebrado os 30 anos do evento, o principal no calendário de Mato Grosso. São esperados 100 mil visitantes nos quatro dias da feira, que segue até domingo (07.05). A entrada é gratuita.

“É um prazer estar na abertura desta importante feira e ela vai mostrar o potencial do turismo de 38 cidades mato-grossenses. Precisamos cada vez mais investir nessa importante atividade econômica que é o turismo, que movimenta milhões de pessoas ao redor do planeta. Nosso Estado tem boas alternativas e grande potencial e o nosso desafio e prioridade são investimentos em infraestrutura para potencializar a atividade”, destacou o governador Mauro Mendes.

Ele ressaltou que o turismo será uma das principais atividades econômicas do Estado nos próximos anos. “Além de uma potência agrícola, queremos ser também uma potência no ecoturismo. Por isso estamos investindo em infraestrutura, como por exemplo, o Parque Novo Mato Grosso. Ele será o maior e melhor equipamento público para a atividade esportiva e turística”.

O secretário de Sustentabilidade, Desenvolvimento Territorial e Infraestrutura em Turismo do Ministério do Turismo, Carlos Henrique Sobral, parabenizou o governador Mauro Mendes por dar opção de crédito a juros mais baixos aos empresários do trade de turismo em opção ao Fungetur, mecanismo de crédito do Governo Federal ao fomento do turismo como negócio.

“Antes a taxa do Fungetur era a Selic e ficou uma situação insustentável com a taxa de juros para a tomada de empréstimos. Mas por meio da Sedec, o governador autorizou para que esses contratos do Fungetur fossem renegociados com taxas de juros mais baixas, favorecendo os empresários”, disse Sobral.

Com o tema “Tudo Isso é Seu”, a FIT Pantanal reúne expositores de 38 municípios de Mato Grosso e outros três países – Bolívia, Paraguai e Peru, além de operadores de turismo, entidades e artesãos, totalizando 89 estandes.

A FIT Pantanal tem uma programação diversificada e cultural, com mais de 55 opções de capacitações, oficinas, e palestras com especialistas em turismo, gastronomia, tecnologia e marketing, por meio de parcerias com o Sistema Fecomércio, Assembleia Legislativa, Sebrae-MT, Prefeitura de Cuiabá, Senac-MT e mais 14 instituições apoiadoras.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros atende acidente envolvendo carro e carreta

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, referendou a fala do governador e destacou que o turismo é uma indústria limpa e o Governo tem investido nisso.

“É uma alegria retomar a FIT Pantanal para que possamos mostrar ao mato-grossense, ao brasileiro e ao mundo o potencial turístico do Estado. Temos o Pantanal que é único no planeta, temos Cerrado, a Amazônia e com o Governo investindo em infraestrutura, para dar conforto ao turista, o evento vai gerar grandes negócios e promover as nossas atrações turísticas”, frisou o secretário.

O presidente da Fecomércio, José Wenceslau de Souza Júnior, afirmou que a FIT Pantanal atrai turistas do Brasil todo mostrando o que Mato Grosso tem de belezas e trazendo mais pessoas para conhecer os locais. Isso demonstra uma tendência no crescimento de visitantes no Estado.

“O volume de turistas em 2023 é 15% superior a 2022. O número de empresas do setor de turismo que abriram foi maior do que as que fecharam. A arrecadação de ICMS do setor de turismo neste ano apresentou crescimento de 46% em janeiro e fevereiro deste ano em relação a 2022. Já estamos vivendo essa realidade e incentivando cada vez mais o trade do turismo no Estado”.

Além da Sedec, o Governo do Estado está presente na FIT Pantanal por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e a Desenvolve-MT.

A FIT Pantanal é uma realização do Governo de Mato Grosso com o Sistema Fecomércio, apoio institucional da Assembleia Legislativa e da Prefeitura de Cuiabá, além do apoio de dez entidades ligadas ao trade do turismo.

Também participaram do evento o secretário de Sustentabilidade, Desenvolvimento Territorial e Infraestrutura de Turismo do Ministério do Turismo, Carlos Henrique Sobral; o senador Wellington Fagundes, deputado federal Abílio Brunini, os deputados estaduais Max Russi, Carlos Avallone e Júlio Campos; presidente do Sebrae/MT, Jonas Alves de Souza, secretário municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico de Cuiabá, Francisco Vuolo; prefeitos municipais, dentre outras autoridades.

Leia Também:  Sala de Amamentação da Câmara de Cuiabá recebe certificação do Ministério da Saúde

Feira Gastronômica e Cultural

A Feira Gastronômica, que ocorre todos os dias a partir das 17 horas e segue até às 22 horas. Bares e restaurantes oferecem opções de pratos típicos, salgados, carnes e doces.

Já a programação artística e cultural começa a partir das 18 horas com atrações nacionais e internacionais.

No primeiro dia, teve a apresentação Wanessa Dias (voz e violão), da Orquestra Ciranda Mundo (Instituto Ciranda), a apresentação do Grupo Aldeia Wazare, da etnia Paresi, da Associação Cultural Flor Ribeirinha e banda Scort Som.

O cantor Jhéo Gil abre a programação na sexta-feira (05), seguido da apresentação do Grupo Aldeia Wazare, da etnia Paresi. Na sequência, o Grupo de Siriri Flor de Atalaia se apresenta. A atração internacional ficará por conta do Grupo Folclórico Canindeyú Mbarete, do Paraguai, às 21 horas. Mais uma vez, a programação encerra com show da banda Scort Som, às 22h.

No dia 6, a abertura da programação cultural vai ficar com Vinícius Carvalho (voz e violão). O grupo de Vila Bela da Santíssima Trindade se apresenta em seguida, às 19h, com a Dança do Congo e do Chorado. O Grupo Mascarados, de Poconé (MT), se apresenta às 20h, com o Grupo Folclórico Canindeyú Mbarete (Paraguai) em seguida, às 21h. A banda Pescuma, Henrique e Claudinho encerra as atrações do dia às 22h.

A programação cultural da FIT Pantanal 2023, no último dia (7), vai iniciar mais cedo, às 16h, com o Grupo Raízes do Pantanal (Poconé-MT). Em seguida, às 17h, será a vez da banda de sopros do Instituto Germinando Som – Grupo Nativista Som da Cidade (de Campo Verde-MT). Na voz e violão, Joel Delatorre se apresenta às 18h, seguido do Grupo Folclórico Canindeyú Mbarete (Paraguai), às 19h. A dupla Nico e Lau encerra o último dia da FIT Pantanal 2023, às 20h.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Gaepe-MT articula junto à ALMT inclusão de orçamento para creches na LDO de 2024

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Sesp encerra o ano com mais de 1,1 mil crianças e adolescentes atendidos no programa Rede Cidadã

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA