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Governador e secretário vistoriam Hospital Central: “Está andando bem; será o maior e melhor hospital em termos de infraestrutura”

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O governador Mauro Mendes e o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, vistoriaram nesta quarta-feira (16.02) as obras do Hospital Central, em Cuiabá, que já estão 25% executadas.

Redesenhado pela atual gestão, o projeto do Hospital Central é executado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) e conta com aproximadamente 32 mil m² de área construída – sendo 9 mil m² da estrutura antiga e 23 mil m² de ampliação.

“Apesar de todos os problemas que o Brasil viveu nesses dois anos de pandemia, com um descompasso muito grande na cadeia de fornecedores e suprimentos, fico muito feliz com o que vi aqui hoje. Uma obra que ficou parada durante 34 anos e que era, sem dúvidas, a maior vergonha da administração pública desse estado na minha opinião. Este será o maior e melhor hospital em termos de infraestrutura”, disse o governador Mauro Mendes.

Já foram realizados procedimentos como fundação, construção da estrutura metálica, alvenarias, laje e rede de esgoto e demolições. A unidade deverá ser entregue em 2023.

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O Hospital Central disponibilizará um total de 290 leitos voltados para o atendimento de toda a população mato-grossense. O novo projeto para a unidade prevê 10 salas cirúrgicas, 60 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 230 leitos de enfermaria.

“Nós reformulamos o projeto e ampliamos de forma substancial a estrutura do Hospital Central e já vencemos uma das principais etapas da obra, que era a fundação. Essa unidade será referenciada para o atendimento de demandas da alta complexidade e especialidades que, hoje, nos levam a demandar serviços fora do estado por não haver resolutividade em Mato Grosso”, acrescentou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo. 

Por meio do Hospital Central, o Estado estima oferecer 1.990 internações, 652 cirurgias, 3.000 consultas especializadas e 1.400 exames por mês. Dentre as especialidades previstas para o Hospital Central, estão Cardiologia, Neurologia, Vascular, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Urologia, Ginecologia, Infectologia e Cirurgia Geral.

Também participaram da vistoria técnica os secretários de Estado Mauro Carvalho, Alexandre Bustamante e o deputado estadual João Batista.

Fonte: GOV MT

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Empreendedorismo feminino cresce 20% em MT e já soma 244 mil donas de negócios

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A necessidade financeira e a oportunidade de atuar na área desejada impulsionam o aumento de mulheres no empreendedorismo. Pesquisa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) revela que 244 mil mulheres são donas do próprio negócio no estado. O volume expressivo representa crescimento de 20% em relação a 2025. Em todo o país, são 11 milhões de empreendedoras.

A diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, destaca que essa presença vai além dos números e reflete uma transformação social profunda. “Grande parte das empreendedoras é mãe e responsável pelo sustento do lar. Observamos que, cada vez mais, elas estão mais capacitadas e qualificadas para tocar o próprio negócio em busca de independência, o que transforma a realidade de suas famílias e comunidades por meio da gestão empresarial”, afirma Lélia.

Os números do levantamento confirmam a análise e traçam um perfil detalhado: seis em cada dez dessas mulheres têm entre 25 e 44 anos. No âmbito familiar, 61% são casadas, enquanto solteiras e divorciadas somam 16% cada; 68% do total possuem filhos. Quanto à escolaridade, 47,7% concluíram o ensino médio, 38,1% têm ensino superior e 1,8% possuem pós-graduadas, o que evidencia uma base educacional sólida para a condução das empresas.

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No que diz respeito à atuação no mercado, o setor de serviços lidera com 40%, seguido de perto pelo comércio, com 38%. Os nichos de maior destaque incluem higiene e cosméticos, moda, alimentos e bebidas, saúde e bem-estar e artesanato. A maturidade desses empreendimentos também chama a atenção: 42,9% das empresas são consideradas consolidadas, com tempo de atuação entre 3,5 e 9 anos.

A motivação para abrir o próprio negócio se divide entre sonho e realidade. Enquanto 40% das entrevistadas empreendem por oportunidade, outros 40% o fazem por necessidade financeira. Além disso, a busca por autonomia (31%), a paixão por determinado trabalho (29%) e o desejo por horários mais flexíveis (22%) aparecem como fatores determinantes para a decisão de investir na própria trajetória profissional.

Barreiras

Apesar do crescimento, o acesso ao crédito permanece como um dos principais gargalos para a expansão desses negócios. A pesquisa aponta que três quartos das empreendedoras enfrentam dificuldades nessa área: 31% nunca buscaram crédito, 20% nunca procuraram, mas têm interesse; e 22% já tentaram obter o recurso, mas tiveram o pedido rejeitado. Quando conseguem financiamento, destinam o capital prioritariamente a capital de giro, reformas, ampliação, compra de materiais e quitação de dívidas.

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Outro ponto crítico é a informalidade, alimentada por entraves burocráticos e receios financeiros. Para 38% das mulheres, o excesso de burocracia representa o maior obstáculo à formalização, enquanto 21% admitem medo de assumir compromissos fiscais. Além disso, 20% das entrevistadas não veem necessidade imediata de formalizar o negócio. Na visão de analistas, os indicadores mostram espaço importante para ações de conscientização e simplificação de processos por parte dos órgãos de apoio.

Sobre a pesquisa

O levantamento especial feito pelo Sebrae/MT foi realizado por meio de entrevistas telefônicas, com 1.304 empreendedoras no estado de Mato Grosso. O estudo apresenta uma taxa de confiança de 95% e margem de erro de 4%.

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