MATO GROSSO
Governo apresenta novo Bolsa Atleta com valores ampliados, mais categorias e atletas atendidos
MATO GROSSO
Oportunizando um cenário de resultados cada vez mais positivos ao esporte mato-grossense, o Governo do Estado apresentou nesta quarta-feira (22.03) o novo edital do Projeto OlimpusMT. A seleção pública conta com investimento na ordem de R$ 5 milhões e visa conceder bolsas financeiras mensais a 615 atletas de todo o Estado.
“O OlimpusMT é um programa que está criando oportunidades para que centenas de jovens possam ser campeões através do esporte. Nossos atletas precisam desse estímulo, desse apoio que vai ajudá-los a se esforçar mais ainda e inspirar outros tantos jovens. É muito gratificante fazer parte dessa história e construir um dos mais robustos programas estruturais de investimento no desenvolvimento do esporte do país”, celebrou o governador Mauro Mendes.
O edital promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) irá atender quatro vezes mais atletas em 2022 que a edição anterior e os valores mensais também foram ampliados, chegando a R$ 2 mil na categoria Internacional. Outra novidade é a inclusão da categoria Atleta Infantil, que beneficiará esportistas a partir de 9 anos de idade.
Aos esportistas de base, há três categorias de auxílio financeiro: a Infantil, com bolsas de R$ 200; a Base, no valor de R$ 400; e a Estudantil, de R$ 800. Já os atletas de alto rendimento podem pleitear bolsas mensais de R$ 1.200, na categoria Nacional, ou de R$ 2 mil reais, na categoria Internacional. Todos os contemplados recebem o benefício durante 12 meses.
Para o secretário adjunto de Esporte e Lazer da Secel, Jefferson Carvalho Neves, o investimento de R$ 5 milhões vai possibilitar um período de ainda mais conquistas esportivas para Mato Grosso.
“Por todo o país, toda a classe esportiva pergunta o que está acontecendo aqui em Mato Grosso, como foi possível essa evolução tão grandiosa. Desde a reformulação do projeto Olimpus em 2020, subimos o nível do esporte mato-grossense e daqui pra frente o caminho será de mais vitórias. Esse investimento grandioso do Governo do Estado é histórico e todos nós vamos nos orgulhar futuramente por fazermos parte desse momento”.

A concessão de bolsa-atleta do Projeto OlimpusMT abrange modalidades individuais e coletivas, beneficiando praticantes de atletismo, basquete, futebol, judô, taekwondo, lutas, vôlei, dentre outras. O projeto prevê ainda que 20% das bolsas concedidas sejam reservadas a atletas com deficiência que atuam nas modalidades paradesportivas.
“Esse é um momento que vai ficar registrado na memória de todos aqueles que lutam pela valorização do esporte mato-grossense. O projeto olimpus 2022 é a consolidação de uma política pública esportiva mais poderosa vigente no Brasil. Estamos falando de um projeto amplo, inclusivo e que transforma a vida das pessoas”, destacou o titular da Secel, Alberto Machado.

O edital e os formulários para inscrição estarão disponíveis no site www.secel.mt.gov.br/editais a partir de segunda-feira (28.03). As inscrições poderão ser feitas de 04 a 20 de abril.
Bolsa Técnico
Com a perspectiva de olhar o segmento esportivo como um todo, o Governo de Mato Grosso inovou e criou a modalidade Bolsa Técnico, que também faz parte do Projeto OlimpusMT. Instituída em 2021, a bolsa de auxílio financeiro beneficia atualmente 28 treinadores esportivos.
Para 2022, o acréscimo também será exponencial. Com recursos de R$ 1,56 milhões, o novo Bolsa Técnico vai atender 95 profissionais em Mato Grosso. Além das modalidades Nacional e Internacional, a reformulação inclui agora a categoria Técnico Base, visando contemplar também os treinadores de novos talentos no esporte.

O novo edital Bolsa Técnico será lançado assim que o anterior for finalizado. Até o momento já foram pagas cinco parcelas aos profissionais contemplados em 2021.
A lei de autoria do poder executivo que dispõe sobre as alterações e acréscimos no projeto OlimpusMT já foi aprovada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso e sancionada pelo governador Mauro Mendes. Confira AQUI
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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