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Governo assina contrato para iluminar todo Estado com lâmpadas de LED

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Com uma economia de R$ 104,8 milhões, o Governo de Mato Grosso vai levar o MT Iluminado a todos os municípios do Estado. A iniciativa visa modernizar o Parque de Iluminação estadual, com a substituição de 385.489 lâmpadas de LED. 

O Pregão Eletrônico Internacional realizado pelo Governo obteve uma economia de 38,7% em relação ao valor de referência para os produtos. O valor total dos quatro lotes ficou em R$ 165,8 milhões, sendo que a previsão inicial era de R$ 270 milhões. 

Nesta terça-feira (15.03), às 10h30, será assinado o contrato com a empresa Unicoba Energia S.A., que é responsável por três dos quatro lotes do programa. O primeiro lote consiste na aquisição de 225.628 luminárias de 60 Watts, enquanto os segundos e terceiros lotes contêm 59.948 luminárias de 100 e 150 Watts, respectivamente.

O resultado do quarto lote, vencido pela empresa Serraled, já foi homologado e o contrato também será assinado nos próximos dias. Ao todo, 136 municípios aderiram ao MT Iluminado. 

Todas as luminárias vêm com tomada para acendimento automático no período noturno, corpo em liga de alumínio injetado de alta pressão, pintura eletrostática resistente à corrosão e garantia de qualidade total mínima de 5 anos, para todo o conjunto. As luminárias deverão ser fornecidas completamente montadas e prontas para serem conectadas à rede de distribuição.

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O programa MT Iluminado é realizado em uma parceria entra a Sinfra-MT e o MT PAR.

A Sinfra-MT irá publicar uma cartilha em seu site, para orientar os municípios sobre o processo.

SERVIÇO

Evento: Governo de MT assina contrato com empresa vencedora de três lotes do Programa MT Iluminado

Data e horário: 15/03, às 10h30

Local: no Salão Garcia Neto, no Palácio Paiaguás, em Cuiabá

Fonte: GOV MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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