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Governo de Mato Grosso investe mais de R$ 41 milhões em obras e ações no município de Vila Rica

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Ao longo da atual gestão, o Governo de Mato Grosso investiu mais de R$ 41 milhões no município de Vila Rica (a 1.145 km de Cuiabá). Os recursos foram revertidos em melhorias na infraestrutura, fortalecimento da agricultura familiar e da educação, além de realização de ações sociais.

O principal investimento da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra/MT), em Vila Rica, é uma ponte de 300 metros, a ser construída sobre o Rio Comandante Fontoura. Avaliada em R$ 16,1 milhões, faz divisa com o município de Santa Cruz do Xingú (a 1000 km de Cuiabá).

Em parceria com a Prefeitura Municipal, a Sinfra/MT cuida da manutenção da MT-431, da transferência de uma aduela de concreto para substituição de pontes de madeira em rodovias vicinais e da aquisição de material para manutenção em diversas ruas de Vila Rica. Essas ações e obras somam R$ 3,8 milhões.

Ainda na MT-431 será construída uma ponte de concreto sobre o Córrego Alcides, no valor de R$ 1,2 milhão. Para esta rodovia, foi fornecido diesel para sua manutenção, no valor de R$ 1 milhão.

Outras obras e ações serão executadas por meio de convênios. A principal obra é a pavimentação da pista de pouso e decolagem, pista de taxiamento, pátio de estacionamento e construção de cerca operacional para o aeródromo do município. Essa obra totaliza R$ 5,2 milhões e a autorização para formalização do convênio está prevista para ser assinada pelo Governador Mauro Mendes nesta sexta-feira (10).

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O Governo de Mato Grosso também irá adquirir material para o asfaltamento de 42 ruas e avenidas de Vila Rica, em parceria com o deputado federal Juarez Costa, e cuidará da construção de um espaço de eventos. As autorizações para a formalização destes convênios também serão assinadas nesta sexta-feira. Esses convênios somam R$ 6 milhões.

Maquinários e equipamentos

Entre maquinários, equipamentos e veículos, Sinfra/MT, Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) e Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA-MT) entregaram duas motoniveladora, uma pá-carregadeira, uma ensiladeira, uma plantadeira adubadeira, uma unidade de referência tecnológica e um veículo pick-up. Essas entregas somam R$ 1,1 milhão.

Social

A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) investiu R$ 307,8 mil em ações ao longo da atual gestão. O principal investimento foi de R$ 258,3 mil, na distribuição de 2,3 mil cestas básicas, 1,2 mil cobertores e 374 filtros de barro para a população em estado de vulnerabilidade social.

A Setasc também cuidou da transferência de renda para 30 famílias nos últimos dois anos, fazendo o repasse de R$ 49,5 mil.

Educação

Entre as ações para a área de ensino, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) destinou 65 aparelhos de ar-condicionado para as escolas estaduais Maria Esther Peres, Vila Rica e Militar Tiradentes SD PM Antônio Eustáquio de Paula. Para a compra desses aparelhos, foi investido R$ 182 mil.

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O Governo de Mato Grosso também adquiriu computadores e contribuiu para a contratação de serviços de internet para os professores, em razão da pandemia da covid-19. Estas ações somaram R$ 375,7 mil.

Novos investimentos também serão feitos no município por meio de convênios a serem assinados, como as reformas das escolas estaduais Maria Esther Peres e Militar Tiradentes SD PM Antônio Eustáquio de Paula, além da construção de uma quadra poliesportiva na Escola Municipal Domingos Pereira da Silva.

Um ônibus escolar de R$ 361 mil também será entregue para a população.

Outras ações

A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) destinou R$ 223 mil para a realização de ações em parceria com a Prefeitura Municipal de Vila Rica e destinará R$ 40 mil, por meio de convênio, para um curso de qualificação em desenho de artes e realismo.

O Desenvolve MT financiou R$ 100 mil, em capital de giro, a empresas comerciais varejistas e de prestação de serviços do município, enquanto a Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat) perfurou um poço tubular, no valor de R$ 90 mil. Por fim, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) destinou R$ 150 mil para a aquisição de uma ambulância.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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