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Governo de MT aciona Ministério do Meio Ambiente para reforçar ações de combate a incêndio no Parque Nacional do Pantanal

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Sema-MT), enviou ofício, nesta quinta-feira (09.11), para que o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) reforcem as ações de combate ao incêndio que atinge o Parque Nacional do Pantanal, na região de Poconé. O local é área de responsabilidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Governo Federal.

No documento, o Estado solicita que o Governo Federal disponibilize equipes de combate, aviões para realização de descargas de água, e helicópteros para apoio de logística e transporte de tropa. O objetivo é que o Estado possa concentrar seus esforços no combate ao incêndio florestal no Parque Estadual Encontro das Águas.
No dia 24 de outubro, a Sala de Situação Central (SCC), do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) de Mato Grosso, foi acionada pelo chefe do Parque Nacional do Pantanal, que solicitou apoio para verificar um incêndio ativo na área do parque e da Reserva Fazenda Estância Dorochê, que são de gestão federal.
O Corpo de Bombeiros atendeu ao pedido e, no início de novembro, com o agravamento do incêndio, disponibilizou duas equipes para auxiliar o ICMBio. Na região há presença de áreas úmidas, com vegetação pantanosa, sendo considerados locais de difícil acesso.
Desde então, bombeiros militares de Mato Grosso estão atuando no local com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), com um helicóptero e um avião para o combate aos incêndios florestais. Duas equipes trabalham para a construção de aceiros e barreiras para evitar o agravamento dos incêndios.
Ao mesmo tempo, o Estado vem atuando no combate ao incêndio florestal no Parque Estadual Encontro das Águas, que foi extinto no dia 31 de outubro e reiniciou no dia 7 de novembro, em razão do forte calor e longo período de estiagem, no início desta semana.
Com a prorrogação do período proibitivo do uso de fogo e a previsão da falta de chuva na região, o Estado solicita que o Governo Federal envie reforços para combater os incêndios na área federal.

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Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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