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Governo de MT autoriza duplicação de 28,1 km da Rodovia dos Imigrantes: “vai salvar vidas”

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O Governo de Mato Grosso e a concessionária Nova Rota do Oeste assinaram, nesta sexta-feira (24.05), ordem de serviço para a duplicação de 16,3 quilômetros da Rodovia dos Imigrantes (BR-070), que contorna Cuiabá e Várzea Grande. O governador Mauro Mendes também autorizou a contratação da empresa que fará a duplicação de um trecho de 11,8 quilômetros da rodovia do lado de Várzea Grande.

O governador destacou que a Rodovia dos Imigrantes, que sobrepõe um trecho da BR-163, é uma importante via não apenas de escoamento, mas de trânsito para os moradores da região metropolitana, e que as obras de duplicação vão garantir mais segurança e desenvolvimento para a população.

“A BR-163 impacta diretamente quase que 90% da população de Mato Grosso. Fazer esse investimento não é só para melhorar o ir e vir dos caminhões. Aqui nesse trecho também passam milhares de ambulâncias e pessoas que no seu ir e vir estão tocando suas vidas. Essa infraestrutura é fundamental para que nós possamos continuar crescendo, mas, muito mais do que crescer, queremos nos desenvolver, e uma rodovia com essa qualidade que estamos construindo é um exemplo claro de desenvolvimento”, afirmou.

O presidente do Conselho de Administração da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos, afirmou que desde que assumiu a rodovia, a concessionária buscava soluções para garantir a segurança e a agilidade para os usuários da via.

“Nós viemos aqui com a ANTT, ficamos pra cima e pra baixo avaliando as possibilidades, porque procurávamos uma solução para que a Imigrantes pudesse ser uma rodovia que desse segurança, trafegabilidade, comodidade e agilidade não só aos moradores de Cuiabá e Várzea Grande, mas também às pessoas, os caminhões e carros que passam diariamente por ela. Por isso, essa rodovia, que estava muito ruim, foi toda restaurada no primeiro ano que assumimos, para dar um fluxo melhor”, observou.

O diretor-presidente da concessionária, Luciano Uchoa, acrescentou que, para atender a população do entorno e ainda garantir o fluxo de veículos na rodovia, o projeto de duplicação na Rodovia dos Imigrantes foi atualizado.

“Temos aqui 28 quilômetros que conectam o Norte e o Sul de Mato Grosso, uma produção que desce e sobe, e temos toda a confluência urbana, principalmente na cidade de Várzea Grande. Esse projeto de duplicação vai trazer fluidez para esse tráfego e, principalmente, segurança para que toda a população possa transitar e circular no melhor tempo possível”, explicou.

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Além da duplicação, a obra total também terá a recuperação da pista antiga e a construção de viadutos, pistas marginais, retornos e acesso à comunidade de Bonsucesso, além da duplicação da ponte sobre o Rio Cuiabá.

Um dos idealizadores da proposta de assumir o controle acionário da concessionária, o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, destacou que a realização da duplicação da Rodovia dos Imigrantes é resultado de uma decisão disruptiva tomada pelo Governo de Mato Grosso em 2023, de assumir para si a concessão de uma rodovia federal, bem como de uma série de medidas fiscais adotadas no início da gestão e que permitiram que o Estado recuperasse sua capacidade fiscal.

“As decisões que foram tomadas desde 2019, complexas, difíceis de serem entendidas no primeiro momento, permitiram que o Estado tivesse caixa para oferecer ao país uma solução que o mercado não podia resolver. Se hoje nós estamos fazendo aquilo que nós nos comprometemos a fazer, é porque houve seriedade na gestão fiscal do Estado de Mato Grosso”, observou.

O diretor da ANTT, Rafael Vitale, também participou da solenidade e lembrou que a solução do Governo de Mato Grosso em assumir a concessão da rodovia foi um divisor de águas para a agência, possibilitando a resolução de problemas semelhantes de concessão em outros estados.

Vitale afirmou que, desde que o Governo do Estado assumiu a concessão, houve redução no número de acidentes e de reclamação de usuários da BR-163.

“Isso mostra que a nossa decisão foi acertada”, avaliou. “Parabéns, governador e todos os parceiros dessa luta. As publicações estão acontecendo, as obras estão acontecendo, e temos certeza que Mato Grosso vai ser referência para o Brasil”, acrescentou.

O senador Jayme Campos, que é de Várzea Grande, afirmou que a duplicação da Rodovia dos Imigrantes é uma obra aguardada há anos pelos moradores da região.

“Em nome do povo, quero agradecer ao governador pela sua coragem, perseverança e, sobretudo, seu espírito visionário. Hoje estamos resolvendo um dos maiores problemas de trânsito e de rodovia aqui em Mato Grosso. A Rodovia dos Imigrantes era uma verdadeira uma fratura exposta e hoje, sem dúvida alguma, o governador Mauro Mendes está resgatando aquilo que é direito do cidadão mato-grossense”, manifestou.

O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, lembrou que seu pai, o ex-deputado Nico Baracat, morreu em um acidente de trânsito na Rodovia dos Imigrantes e ressaltou a importância da duplicação do trecho.

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“Várzea Grande é um dos trechos que mais sofrem com a falta de duplicação. Nós temos aqui 40 mil pessoas que margeiam a Rodovia dos Imigrantes, então, como representante de Várzea Grande, tenho que agradecer ao senhor e aos parceiros que ajudaram que essa obra saísse do papel”, pontuou.

Representante do município, o deputado estadual Fábio Tardin também ressaltou que a duplicação vai ajudar a reduzir o número de acidentes no local.

“Aqui vamos, principalmente, salvar vidas. Com certeza, esse é o maior benefício que podemos ter. A coisa mais importante do mundo é a nossa vida e a vida da nossa população. Então, fico muito feliz de estarmos aqui. Isso vai desafogar o trânsito de uma vez por todas aqui na cidade de Várzea Grande”, disse.

“É um momento memorável para a cidade de Várzea Grande. Isso aqui é reflexo de um governo que funciona, que se preocupa com o pobre e menos favorecido, e eu não canso de falar que Mato Grosso fez e faz sua parte com muita sabedoria e responsabilidade. Já podemos ver a BR-163 com uma realidade totalmente diferenciada, graças ao Governo do Estado. Temos certeza de que isso aqui é só o início. Isso é resultado do anseio do comerciante e das pessoas que moram nesse entorno e são impactadas por essa rodovia”, acrescentou o deputado federal coronel Assis.

Solenidade

Participaram da solenidade os senadores Wellington Fagundes e Margareth Buzzetti, deputada federal Gisela Simona, deputado estadual Juca do Guaraná, os secretários de Estado Marcelo de Oliveira (Infraestrutura), César Roveri (Segurança Pública), comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel BM Alessandro Borges, o presidente da MT Par, Wener Santos, o diretor da ANTT, Luciano Lourenço da Silva, e vereadores de Cuiabá e Várzea Grande.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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