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Governo de MT entrega cheque de R$ 21,2 mil do Nota MT à entidade social de Tangará da Serra

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT) e a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT) entregaram, nesta terça-feira (27.02), o cheque simbólico de R$ 21,2 mil, à Associação Nosso Lar – Casa do Idoso, no município de Tangará da Serra (243 km de Cuiabá). O montante é referente ao primeiro sorteio do ano do Programa Nota MT, que ocorreu em janeiro.

A Associação Nosso Lar – Casa do Idoso foi contemplada com o valor por ter sido indicada por um dos premiados do Nota MT no município. A entidade já recebeu mais de R$ 98 mil em doações desde o início do programa, em 2019.

O Programa é uma iniciativa do Governo do Estado de Mato Grosso que prevê premiação em dinheiro, mediante sorteios, ao cidadão e entidades sociais sem fins lucrativos, como forma de estimular a solicitação de documento fiscal pelo consumidor durante as aquisições de mercadorias e a utilização do serviço de transporte público intermunicipal e interestadual. Ao se cadastrar no Nota MT, o cidadão pode indicar a associação que irá receber o cheque também, caso ele seja sorteado.

A secretária de Assistência Social e Cidadania de Mato Grosso, Grasi Bugalho, ressaltou a importância do Nota MT às instituições sociais mato-grossenses e agradeceu a parceria com a Sefaz. Ela ainda reforçou que a Setasc está de portas abertas para todas que queiram participar do programa.

“A gente vê a diferença que este programa faz nas entidades. Além disso, vemos o envolvimento das pessoas que trabalham ali no dia a dia, colocando amor naquilo que está sendo ofertado. Como representante da nossa primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, parabenizo a todos pelo trabalho. Ela que tem esse olhar para o social, um olhar de quem já esteve na ponta como empresária e ajudando a sociedade organizada e várias instituições como primeira-dama de município, sabe que é no município que as coisas acontecem. É no município que estão as pessoas mais vulneráveis e que precisam dessa atenção do Estado”, contou a secretária Grasi Bugalho.

Na oportunidade, a secretária ainda reforçou aos presentes para que fossem multiplicadores do programa Nota MT, no intuito de alcançar cada vez mais entidades.

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“Devemos mostrar como é importante colocar o CPF em cada compra, sabendo que vai ajudar um lar de idosos, uma APAE e muitas outras instituições. Então a gente tem sim que parabenizar a Sefaz pelo programa, assim como todo o Governo de Mato Grosso, e dar todo esse apoio com a divulgação”, finalizou.

De acordo com o secretário adjunto da Sefaz, Vinícius Simioni, é importante que o cidadão continue solicitando o CPF em cada nota fiscal nos estabelecimentos para que o programa consiga ajudar cada vez mais instituições sociais em Mato Grosso.

“Este é um momento de celebrar o excelente trabalho que a Nosso Lar tem feito. Esse cheque do último sorteio é decorrente de várias notas fiscais de aproximadamente 25 mil pessoas do município. Um dado importante é que Tangará é o terceiro município mato-grossense com mais usuários no Nota MT. E dá para ter muito mais, porque este é um ato de cidadania mesmo. O cidadão pode ter certeza que a sua doação será destinada à uma entidade de boa índole. Nós temos atualmente 253 entidades beneficiadas pelo programa em todo o Estado”, destacou Vinícius Simioni.
Reiterando a fala do secretário da Sefaz, o presidente da Associação Nosso Lar – Casa do Idoso, Rubens Jolando, confirmou que o valor recebido faz toda a diferença para a entidade, já que os custos para manter a estrutura são altos.

“Quando recebemos um prêmio igual ficamos felizes, pois vem ajudar o nosso custeio. Nós temos 34 funcionários em dois turnos de 12h por 36h, para atender 43 idosos. Temos uma boa estrutura hoje graças a diversas doações. Nós primamos também pela qualidade do serviço, e isso requer investimento. A nossa folha de pagamento é pesada e esse valor veio em boa hora para a gente”, disse o presidente da Nosso Lar.

Ele ainda fez um pedido especial a toda a população do Estado, em especial, aos moradores de Tangará da Serra.

“Continuem acreditando na Casa do Idoso, na Associação Nosso Lar, que aqui é um trabalho profissional de pessoas voluntárias. Nós nos dedicamos aqui dia e noite para o bem-estar dos nossos idosos. Cadastrem-se no Nota MT e nos indiquem, porque fazemos um trabalho de coração aqui”, declarou.

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O prefeito de Tangará da Serra, Vander Masson, celebrou a entrega do cheque simbólico para a instituição e agradeceu ao Governo de Mato Grosso, por criar um programa que possibilita a doação por meio da arrecadação de impostos.

“Todos nós somos fomentados pelo Nota MT, principalmente as entidades indicadas pela nossa população. É um programa muito bem-vindo, porque sabemos que as dificuldades são grandes. Agradeço ao governador Mauro Mendes e à primeira-dama, Virginia Mendes, por esse programa, juntamente com a Setasc e a Sefaz ,que dão o andamento para que tudo isso se concretize. Vamos todos juntos contribuir com o programa para que consigamos proporcionar melhor qualidade de vida aos nossos idosos, às nossas crianças e também aos trabalhadores dessas entidades”, afirmou.

Também estiveram presentes na solenidade o secretário adjunto de Diretos Humanos da Setasc, Kenndy Dias; os Diretores Financeiros da entidade, Herman Cavalari e Dirce Lorenzetti; a primeira-dama de Tangará da Serra, Silvana Ló Masson; o vereador Davi Oliveira; além das instituições Florescer Ação Social (Nova Olímpia); Lar São Vicente (Barra do Bugres); Instituto Resgate (Tangará da Serra) e a APAE Tangará da Serra – Escola Especial Raio de Sol (Tangará da Serra).

Cadastro das entidades

Entidades sem fins lucrativos interessadas em se cadastrar no Programa Nota MT, fazerem parte do banco de dados da Setasc, ou atualizar informações, devem encaminhar um e-mail para o endereço: cadastramentoentidades2021@setasc.mt.gov.br, colocando no título “Cadastramento de Entidade – Nome da Entidade”, encaminhando toda a documentação exigida pelo Edital 001/2023. A documentação deverá estar legível em PDF.

Para demais informações ligar no telefone (65) 3613-5726 ou ainda procurar a secretaria, no setor Cidadania e Inclusão Socioprodutiva. A Setasc está localizada na Rua Jornalista Amaro de Figueiredo Falcão, lote 285 – bairro CPA 1 – Cuiabá-MT.¿

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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