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Governo de MT inaugura colégio modelo em Cuiabá com capacidade para 1,7 mil estudantes

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O Governo de Mato Grosso inaugura, nesta quinta-feira (20.06), às 17h, o Colégio Estadual Integrado Ilza Therezinha Picolli (CEI), na região do CPA, em Cuiabá. Essa é a primeira das cinco escolas projetadas no Sistema Modular de Superestrutura em Pré-Moldados construídas pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc).

Com capacidade para atender cerca de 1.700 estudantes do ensino fundamental e médio, além da Educação de Jovens e Adultos (EJA), a unidade recebeu um investimento de R$ 17,2 milhões.

Piscina semiolímpica é um dos diferenciais da nova escola – Foto: Michel Alvim/Secom-MT

A escola possui 24 salas de aula, laboratórios 4.0, piscina semiolímpica, quadra poliesportiva, vestiários, Smart TVs e Chromebooks para os estudantes

A arquitetura do prédio proporciona a entrada de luz natural e ventilação constante nos corredores. A acessibilidade é garantida em todos os ambientes internos e externos.

Foto: Marco Tobias / Seduc-MT

Além da Escola Estadual Ilza Therezinha Picolli Pagot, outras quatro unidades serão construídas em Cuiabá e uma em Várzea Grande, no Bairro Padre Aldacir, região do Capão Grande. Todas as escolas seguem o mesmo projeto arquitetônico e serão denominadas como Colégio Estadual Integrado (CEI) – novo modelo de escola que complementa o sistema educacional existente.

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Estas construções levam aproximadamente 180 dias para serem concluídas, reforçando o compromisso do Governo do Estado com a educação de qualidade.

Ao todo, as cinco unidades irão atender 7 mil estudantes de mais de 50 bairros de Cuiabá e Várzea Grande, com investimento de R$ 84,2 milhões.

Foto: Marco Tobias / Seduc-MT

Pelo projeto SER Família + Educação, desenvolvido pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, a escola busca promover um ambiente colaborativo que ofereça educação integral, apoio psicológico e social, além do envolvimento da família e da comunidade.

A escola proporcionará atividades esportivas como natação, basquete, vôlei, futebol e handebol em espaços modernos e adequados, além de preparar os estudantes para o futuro, com práticas voltadas para o mercado de trabalho.

As atividades extracurriculares contarão com clubes de leitura, teatro, dança, música e workshops, proporcionando uma educação completa e diversificada.

Segundo o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, as cinco unidades do CEI representam o novo perfil educacional adotado na rede estadual.

“Iniciamos uma nova fase com o respaldo das evidências e das boas práticas conquistadas a partir de 2019 e, de forma mais evidente, desde 2022 com a implementação das políticas do Plano EducAção 10 Anos. Todos compreenderam as propostas que vão colocar a nossa rede entre as cinco redes públicas mais bem avaliadas no país até 2032”, afirmou.

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As outras quatro unidades do CEI são construídas nos bairros Pedra 90 e Doutor Fábio, também em Cuiabá, e no Padre Aldacir, em Várzea Grande. A previsão de conclusão é ainda este ano.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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