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Governo de MT investe em Nova Ubiratã para melhorar infraestrutura local

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O Governo de Mato Grosso investe mais de R$ 189 milhões no município de Nova Ubiratã desde o início da atual gestão. Os investimentos realizados são, em sua maioria, para a Infraestrutura, com a construção de asfalto novo e pontes, além da entrega de máquinas e luminárias de LED.

Entre as principais ações no município estão o asfaltamento da MT-140 nos trechos entre Nova Ubiratã e Vera, ainda em andamento, e entre Nova Ubiratã e a BR-242. Estas ações somam mais de R$ 139,1 milhões.

O Governo do Estado também construiu cinco pontes de concreto sobre os rios Von Den Stein e Ronuro, nos seguintes trechos: na MT-020 entre Nova Ubiratã e Feliz Natal; na MT-324 em Nova Ubiratã; e na MT-242 em nova Ubiratã. As pontes tiveram um investimento de R$ 21,1 milhões.

Houve, também, a entrega de quatro motoniveladoras, uma pá-carregadeira e um rolo compactador. Ainda por meio da Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra), o Governo entrega de 1.873 luminárias de LED para o município. Estas ações somam R$ 4,2 milhões.

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Para a Educação, o Governo de Mato Grosso constrói a nova sede da Escola Estadual Silvio Antonio Fávero, com uma quadra poliesportiva, no valor de R$ 7,8 milhões.

O Estado também entregou três ônibus escolares para melhorar o transporte dos alunos e destinou 495 chromebooks com carrinhos de recarga, 261 equipamentos imobiliários, 27 SmartTVs e 15 aparelhos de ar-condicionado para as escolas. As entregas tiveram o investimento de R$ 2,6 milhões.

Na Saúde, o Governo também repassou R$ 3,2 milhões para a construção do Hospital Municipal de Nova Ubiratã, e entregou quatro ambulâncias e um micro-ônibus para o transporte de pacientes.

As ações sociais também receberam investimento do Governo, de cerca de R$ 1 milhão. O montante foi destinado à entrega de mais de 5 mil cestas básicas e 1,3 mil cobertores, além da transferência de renda para famílias mais vulneráveis e oferta de qualificação profissional pelos programas SER Família, idealizados pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes.

Agenda do governador

O governador Mauro Mendes entrega, neste sábado (15.06), 281,9 km de asfalto novo na MT-140. A rodovia estadual é a mais importante de Mato Grosso, por ser um corredor logístico de escoamento da produção agrícola, ligando as regiões Norte e Sul do Estado.

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Mauro Mendes e comitiva percorrerão o trecho da rodovia entre Nova Ubiratã e Santa Rita do Trivelato, a partir das 8h30. A solenidade de entrega do asfalto novo da MT-140 será às 11h, no Clube Magester, em Santa Rita do Trivelato.

Fonte: Governo MT – MT

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Remédio sem hormônio para a menopausa abre alternativa para quem ficou anos sem tratamento

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“A onda de calor não é um desconforto qualquer. É a mulher acordando encharcada de suor no meio da noite, é o rosto pegando fogo numa reunião cheia de gente. E eu tenho paciente convivendo com isso há anos, sem ter para onde correr”, diz a ginecologista Dra. Fabiana Bersch. Para parte dessas mulheres, a ciência trouxe uma saída. A Anvisa aprovou nesta segunda-feira, 22 de junho, o fezolinetanto, primeiro medicamento sem hormônio autorizado no Brasil para tratar as ondas de calor e o suor noturno de intensidade moderada a intensa associados à menopausa.

Os calores e suores noturnos são o sintoma mais conhecido do climatério e atingem até 80% das mulheres entre 40 e 65 anos. Não são raros nem passageiros: duram, em média, sete anos, e em alguns casos chegam a dez. Mesmo assim, boa parte das pacientes nunca recebeu um tratamento à altura.

O novo remédio será vendido pela Astellas Farma com o nome Veoza, em comprimido de uso diário. A aprovação se baseou em estudos clínicos que reuniram mais de 3 mil mulheres na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá. Diferente da reposição hormonal, o fezolinetanto age direto no cérebro. Na menopausa, a queda do estrogênio faz uma substância chamada neurocinina B agir de forma exagerada no hipotálamo, a região que controla a temperatura do corpo. É esse descontrole que dispara os calorões. O medicamento bloqueia essa substância e acalma o termostato interno.

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Para a Dra. Fabiana, quem mais ganha com a novidade são as mulheres que até agora não tinham uma alternativa segura. Ela cita dois grupos. “O primeiro são as mulheres que tiveram câncer de mama. Muitas não podem usar hormônio de jeito nenhum, e conviviam com os calores sem nenhuma alternativa aprovada. Para elas, isso muda o jogo”, afirma.

O segundo grupo é menos comentado, mas igualmente grande.“São as mulheres que perderam a janela de oportunidade da reposição. Quando a terapia hormonal não começa nos primeiros anos da menopausa, iniciar muito depois pode trazer mais risco do que benefício. Essas pacientes ficavam órfãs de tratamento. Agora elas têm uma saída”, explica.

A médica comemora o avanço, mas faz questão de colocar a novidade no lugar certo. O fezolinetanto trata o calor e o suor. Ele não age sobre os outros efeitos da queda do estrogênio. “Preciso ser honesta com as minhas pacientes. O remédio cuida das ondas de calor e do suor noturno, e faz isso bem. Mas ele não trata a perda de massa óssea, a secura vaginal, o sono, o humor nem a saúde do coração. A menopausa é muito maior do que um sintoma só”, diz.

É aí que entra o trabalho que ela defende, de olhar para a mulher por inteiro e não só para a queixa do momento. “O remédio é uma ferramenta nova e importante, não um atalho. A mulher continua precisando de uma avaliação completa, porque tratar um sintoma isolado não é a mesma coisa que cuidar da mulher inteira”, reforça.

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A ginecologista também pede cautela com a expectativa. O medicamento que ainda não chegou às farmácias, exige acompanhamento, incluindo exames para monitorar o fígado. “Já vejo gente animada querendo o remédio. Ele ainda não está disponível e não é para sair tomando por conta própria. A indicação precisa ser individual, com avaliação e acompanhamento”, orienta.

Quando não tratados, os calores e suores noturnos vão muito além do incômodo. Tiram o sono, afetam a memória, o humor e a produtividade. Cuidar bem dessa fase, lembra a médica, é cuidar do futuro da mulher. “A menopausa é o fim da vida reprodutiva, não da vida produtiva. Quanto mais opção de tratamento a mulher tiver, e quanto melhor o acompanhamento, melhor ela vive os anos que vêm pela frente”, conclui.

Sobre a Dra. Fabiana Bersch

Dra. Fabiana Bersch é ginecologista com mais de 25 anos de experiência, com foco em saúde integrativa da mulher. Tem pós-graduação em Medicina Integrativa e concluiu, em 2026, o programa de atualização em saúde da mulher e menopausa (WHAM) da Harvard Medical School. Atende presencialmente em Primavera do Leste (MT) e on-line para todo o Brasil.

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