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Governo de MT investe mais de R$ 400 milhões em ações sociais para os 141 municípios

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O Governo de Mato Grosso investiu cerca de R$ 400 milhões em programas sociais nos 141 municípios do Estado nos últimos quatro anos, combatendo a insegurança alimentar e auxiliando as famílias mais vulneráveis por meio de transferência de renda e oferta de cursos de qualificação.

Um dos destaques da gestão estadual foi a criação do programa Ser Família Emergencial, em 2020, que surgiu em razão das necessidades sociais decorrentes da pandemia da covid-19. Executado por meio da Secretaria de Estado de Ação Social e Cidadania (Setasc), as ações foram idealizadas pela primeira-dama Virginia Mendes, que atua como voluntária na gestão.

“O Ser Família Emergencial surgiu por meio da ação ‘Vem Ser Solidário’ com a doação de cestas, que fizemos com o apoio de entidades, empresários e voluntários, naquele momento nós tínhamos que ser rápidos, só que era o tipo de doação que não ia funcionar se a gente fizesse somente uma vez, então idealizamos o Ser Família Emergencial”, explicou a primeira-dama de MT.

O Ser Família Emergencial é um programa criado para transferência de renda às famílias consideradas em situação de extrema pobreza. Desde sua criação, a cada bimestre o Governo investe R$ 21 milhões, em benefício de 105,9 mil famílias.

Outro programa destaque na gestão foi o Ser Família Solidário, que distribuiu 1,3 milhão de cestas básicas com alimentos e kits de limpeza e higiene pessoal para as famílias em situação de vulnerabilidade. De 2020 a 2022, mais de R$ 104 milhões foram investidos para a execução do programa.

O Restaurante Prato Popular, que oferece alimentação ao preço de R$ 1, também faz parte dos programas de combate à insegurança alimentar em Mato Grosso. Ao todo, foram mais de 407 mil refeições, além de 192,8 mil marmitas distribuídas à população em situação de rua. O investimento total neste programa foi de R$ 4,4 milhões.

O Governo também intensificou a atenção às famílias em vulnerabilidade social por meio da distribuição de 40 mil filtros de barro, com um investimento de R$ 2,7 milhões. Já por meio do programa Ser Família Aconchego, mais de 516 mil cobertores foram distribuídos, de 2019 a 2022, representando um investimento de R$ 15,3 milhões.

“Como cidadã de bem, penso que todas as pessoas precisam ter o mínimo, e ter água de qualidade significa qualidade de vida e acima de tudo saúde. Os cobertores distribuídos também foram pensados no conforto das pessoas que precisam se aquecer no frio. Se é uma coisa que eu acompanho e cobro é a qualidade dos produtos que são entregues, é nossa obrigação garantir o melhor”, disse Virginia.

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O Governo, por meio do programa Ser Família Habitação, investe na construção de casas populares para a população de baixa renda, e já contemplou 10 municípios com a construção de 500 unidades habitacionais, e investimento total de R$ 63 milhões.

Outras 3,1 mil casas serão construídas, a partir de 2023, em 69 municípios. O investimento para a compra dos materiais é previsto em R$ 210 milhões. O programa também conta com a parceria dos municípios, que entram com a doação de terrenos, execução da obra e cadastro das famílias a serem beneficiadas.

“Há muito tempo as famílias mato-grossenses esperavam por um programa para a habitação. Vamos dar continuidade e garantir o cumprimento do decreto 1.398/2022. Isso só é possível porque o Governo do Estado devolveu a dignidade à população. É importante que os mato-grossenses saibam que os recursos são oriundos da receita própria”, destacou Virginia Mendes.

Por meio do programa Ser Família Qualificação, 19 mil vagas em cursos técnicos foram ofertadas – um investimento de R$ 6 milhões por parte do Governo do Estado. O programa contou com parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac) e da Indústria (Senai) para a oferta dos cursos.

Para 2023, foram contratadas outras 50 mil novas vagas.  “O nosso compromisso é desenvolver o social como um todo, fazer com que o maior número de pessoas deixe de ser dependente do estado, conquistando a independência financeira através da capacitação profissional”, ratificou Virginia.

A partir de 2023, o Estado também atenderá, em projeto piloto, 400 crianças do município de Poconé, de 4 a 12 anos de idade, por meio do programa Ser Criança, que prevê a oferta de aulas de reforço escolar e atividades lúdicas, esportivas e culturais.

O Governo prevê o investimento de R$ 2 milhões para a construção do prédio que irá abrigar o projeto, e o total de R$ 7 milhões para a execução do programa, compra de uniformes, custo de refeições e capacitação dos profissionais que atuarão no espaço.

“O projeto Ser Criança foi pensado com muito carinho. Nele os pequeninos terão acompanhamento de profissionais habilitados para o desenvolvimento das atividades, incluindo oficinas lúdicas, cognitivas, esportivas e culturais distribuídas em programas específicos. Vamos ampliar o atendimento a outros municípios, o total do programa é de R$ 7.094.683,18”, contou a primeira-dama de MT.

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Virginia Mendes abraça as causas dos povos indígenas

A primeira-dama idealizou o programa Ser Cidadão Indígena, que busca valorizar os povos indígenas mato-grossenses de maneira mais próxima paraé garantir a dignidade por meio de ações de cidadania e acesso a diversos serviços públicos. Além disso, Virginia busca articular as demandas que chegam das aldeias até ela.

Pela proximidade, Virginia é considerada madrinha dos povos indígenas. “Sinto muito orgulho de ser madrinha e agora carinhosamente ser chamada de rainha dos meus irmãos indígenas. Os povos originários merecem nosso respeito, atenção e valorização. Nós contamos com a Setasc e a Superintendência de assuntos indígenas, a finalidade do programa Ser Cidadão Indígena é ampliar os atendimentos, garantindo aos povos indígenas assistência básica com saúde de qualidade, educação, dentre outros direitos”, destacou Virginia Mendes.

A primeira-dama ressaltou as ações do governo para o desenvolvimento econômico das aldeias. “O Governo do Estado tem incentivado a economia sustentável nas aldeias indígenas, equipando com máquinas, garantindo a produção em pequena e grande escala e investimentos para fomento do Turismo Sustentável. Quero ver nossos irmãos indígenas produzindo cada vez mais de maneira digna, com tudo o que têm direito para o desenvolvimento econômico e sustentável. Estou muito feliz com as entregas”, comentou.

Recentemente, três aldeias foram beneficiadas com máquinas e equipamentos, articulados pela primeira-dama junto à Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf). Foram entregues uma picape Strada, dois microtratores; dois Trituradores de Grãos; três Perfuradores de Solo e uma Roçadeira Hidráulica, para a Associação Areme de Mulheres Indígenas Meruri, em General Carneiro. A aldeia Sangradouro, também de General Carneiro, e a Associação Auwe Uptabi levaram uma picape Strada.

Além das entregas das máquinas, a primeira-dama articulou, junto à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), a reforma da Balsa Estradeiro, única alternativa para os indígenas fazerem a travessia no Rio Xingu. “Fiquei muito feliz por atender um pedido do meu amigo, Cacique Raoni, essa Balsa é muito importante para os nossos irmãos indígenas. Agradeço ao secretário Marcelo do Oliveira e toda sua equipe pela atenção que deram a esta reforma”, agradeceu Virginia Mendes.

“O Social na minha vida é uma missão e meu compromisso com nosso povo”, concluiu a primeira-dama.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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