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Governo de MT investe mais de R$ 76 milhões em obras e ações em Pontes e Lacerda

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Ao longo dos últimos três anos, o Governo de Mato Grosso investiu mais de R$ 76 milhões no município de Pontes e Lacerda (a 443 km de Cuiabá). Os recursos aplicados desde o início da atual gestão são revertidos em melhorias nas áreas de infraestrutura, saúde, educação e realização de ações sociais, como distribuição de cestas básicas e transferência de renda para famílias carentes.

Por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), o Governo de Mato Grosso garantiu melhoria para a mobilidade da região de Pontes e Lacerda, com a entrega de duas pontes na MT-473, conhecida como Estrada do Matão. As pontes, localizadas sobre os Rios Alegre e Fundo de Pedra, foram entregues ao longo da atual gestão e somam R$ 7,4 milhões em investimentos.

Estrada do Matão 

A MT-473 também passou por obras de asfaltamento. Dois trechos que totalizam 9,13 km já foram entregues para a população, com um investimento de R$ 8 milhões. Há um terceiro trecho, de 45 km na região da Curva do Cotovelo, que também será asfaltado. Para este local, serão investidos mais de R$ 30 milhões.

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Outros investimentos da Sinfra também passam pela entrega de uma máquina escavadeira e duas motoniveladoras para Pontes e Lacerda, e pela revitalização das ruas da cidade, em parceria com a Prefeitura Municipal.

A Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) também fez a entrega de maquinários e equipamentos, como 10 ordenhadeiras mecânicas, 13 tanques resfriadores, uma pickup strada, e 30 caixas de apicultura.

Educação

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) investiu R$ 1,8 milhão ao longo da atual gestão. Somente para a aquisição de computadores para professores da rede estadual de Pontes e Lacerda foram R$ 875 mil, enquanto R$ 176,4 mil estão sendo repassados para os profissionais como ajuda de custo para a contratação de serviço de internet – medida adotada diante da pandemia da covid-19, que fomentou o ensino online.

Outra ação do Governo de Mato Grosso por meio da Seduc foi a manutenção da Escola Estadual 14 de Fevereiro no valor de R$ 450 mil. Também foram entregues novos aparelhos de ar-condicionado para as escolas, em parceria com o Ministério da Educação, e realizada a compra de equipamentos, como conjuntos de mesa para salas de aula, armários, bebedouros, freezers e fogões.

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Social

As ações sociais em Pontes e Lacerda receberam um investimento de R$ 771,5 mil. Para a transferência de renda para famílias com vulnerabilidade no município, a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) repassou R$ 375,3 mil. O recurso é referente ao que foi passado em 2021 e ao que está sendo repassado ainda em 2022.

Desde 2019, o Governo de Mato Grosso também distribuiu 3,5 mil cestas básicas, 2,3 mil cobertores e 382 filtros de barro. Para essas ações, foram investidos mais de R$ 396,2 mil.

Outros investimentos

Os investimentos para a cultura e esporte de Pontes e Lacerda foram de R$ 94 mil. Grande parte desse valor foi o esporte, como a transferência de bolsa para cinco atletas no valor de R$ 10,8 mil e a realização dos projetos “Introdução e Desenvolvimento no Esporte de Handebol” e “Promover a Saúde Através do Esporte”.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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