Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Governo de MT investe R$ 3,3 bilhões para melhorar infraestrutura, saúde, social e educação para população de Cuiabá

Publicados

MATO GROSSO

O Governo de Mato Grosso tem investido, desde 2019, mais de R$ 3,3 bilhões para melhorar as condições de trafegabilidade, infraestrutura, saúde e educação da capital do Estado, Cuiabá, que completa 305 anos de fundação nesta segunda-feira (08.04). 

“Cuiabá é minha cidade de coração, a cidade que me acolheu, e sei o quanto ela precisa de investimentos, pois já tive a honra de ser prefeito. E é por isso que temos um pacote de obras tão grande aqui. São investimentos em todas as áreas para melhorar a qualidade de vida dos milhares de cuiabanos que vivem na nossa cidade. A nossa forma de retribuir todo o carinho do povo cuiabano é entregando obras e ações”, afirmou o governador.

Por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), o Governo do Estado investe mais de R$ 1,6 bilhão na Capital. Entre as principais obras estão a duplicação de trechos de importantes rodovias, como a MT-040, que liga Cuiabá a Santo Antônio de Leverger, a MT-251, conhecida como Estrada para Chapada dos Guimarães, e a MT-010, do Distrito da Guia, além da construção do Rodoanel, que liga a cidade a Várzea Grande.

A Sinfra também asfaltou a Avenida Mário Palma e implantou a Avenida Parque do Barbado, para melhorar o trânsito na região dos bairros Jardim das Américas e Pedregal. A avenida também ganhou um prolongamento, ligando a Avenida das Torres à Avenida Archimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho). A Estrada do Moinho também passou por restauração, assim como a Trincheira Jurumirim e a Avenida Oito de Abril. 

O Governo ainda construiu uma ponte de concreto que ligará Cuiabá a Várzea Grande pelos bairros Parque Atalaia e Parque do Lago. O local aguarda a conclusão do complexo viário que fará a ligação com a ponte.

Os moradores de Cuiabá também contarão com um novo sistema de transporte, o BRT, cujas obras de implantação já iniciaram. A cidade ainda receberá um novo complexo viário na Avenida Miguel Sutil, na rotatória de acesso ao bairro Jardim Leblon. A obra já foi contratada.

Outra obra é o asfaltamento da MT-402, no trecho que liga a região da Ponte de Ferro, em Cuiabá, ao Coxipó do Ouro. A ordem de serviço já foi assinada para asfaltar trecho de 10,3 km, que vai facilitar o acesso da população cuiabana à região turística. 

Saúde

O Governo do Estado também tem investido para melhorar os serviços de saúde para os mato-grossenses, construindo, em todo o Estado, seis novos hospitais. Duas das novas unidades estão localizadas em Cuiabá. São eles o Hospital Central, cuja obra que estava parada há 34 anos e foi retomada na atual gestão, e o Hospital Universitário Júlio Muller.

Leia Também:  Governo lança licitação para recuperar 177 km de rodovia em Brasnorte

Ao todo, os investimentos do Estado na Saúde, apenas em Cuiabá, somam mais de R$ 500 milhões. Os recursos possibilitaram, além da retomada dos hospitais citados, a construção do Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição e a modernização do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac).

Além dissp, garantiram as reformas do Centro Estadual de Odontologia Para Pacientes Especiais (Ceope), do Centro de Referência em Média e Alta Complexidade (Cermac), do Laboratório Central do Estado, do Centro de Atenção Psicossocial Infantil, da Vigilância em Saúde, da Farmácia de Alto Custo, além do Centro Integrado de Assistência Psicossocial (Ciaps) III e da modernização do Lar Doce Lar. 

O valor também engloba a compra de equipamentos hospitalares, cadeiras de rodas para distribuição via Cridac, compra de ambulâncias para o Samu e para a Santa Casa, a realização de mais de 6,4 mil cirurgias eletivas.

Educação

Visando melhorar os índices educacionais de Mato Grosso, o Governo do Estado também investe na infraestrutura e no aparelhamento das escolas estaduais. Em Cuiabá, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), o governo investiu mais de R$ 340 milhões para manutenção e reforma das unidades e modernização das escolas. Foram adquiridos novos mobiliários, aparelhos de ar condicionado, mesas e cadeiras. 

As escolas também receberam investimentos tecnológicos, como Smart TVs, Chromebooks, kits para ensino de robótica educacional e novos laboratórios de Ciência. 

Já por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secitec), os investimentos superaram R$ 16 milhões. O montante inclui a construção da Escola Técnica Estadual, localizada no bairro Carumbé, que entrou em funcionamento em 2022, e a oferta de 270 vagas para formação inicial e continuada para desenvolvimento de sistemas computacionais. 

Segurança

Mais de R$ 230 milhões foram investidos pelo Governo do Estado para melhorar a segurança na Capital. 

Os investimentos envolvem a compra de equipamentos operacionais, fardamentos, armas, munições e novas viaturas para as forças de segurança, abrangendo as Polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Também foram adquiridos equipamentos tecnológicos específicos das instituições, como scanners para a Politec, conjuntos desencarceradores para o Corpo de Bombeiros e aparelhos etilômetros para fiscalizações do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).O Governo de MT transformou as forças de segurança de MT em uma das mais bem equipadas do país | Foto: Mayke Toscano/Secom

O Governo do Estado também reforçou a segurança na Penitenciária Central do Estado (PCE) com a construção dos raios 1, 2, 3, 4, 5 e do raio de segurança máxima. Também reformou diversas unidades de segurança pública e constrói o Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) em Cuiabá.  

Social

Leia Também:  Polícia Civil apreende 34 veículos com motoristas não habilitados em Vila Bela da Santíssima Trindade

Para ações de assistência social no município, o Governo de Mato Grosso investiu mais de R$ 99 milhões, por meio dos programas idealizados pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes. Os valores incluem a distribuição de mais de 370 mil cestas de alimentos e kits de higiene, 81,9 mil cobertores, além da transferência de renda promovida por meio dos programas SER Família.

O Governo do Estado também garantiu os repasses para a assistência social do município e a manutenção do Restaurante Prato Popular, que atendeu mais de 900 mil pessoas, incluindo a distribuição de marmitex a pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Os moradores de Cuiabá também contaram com eventos como o Casamento Abençoado, Natal Abençoado, construção de casas populares e oferta de cursos de qualificação. Mais recentemente, mais de 1,8 mil pessoas foram selecionadas para obter, de forma 100% gratuita, a primeira carteira de habilitação, por meio do programa SER Família CNH Social.

Mais investimentos

Por meio da MT Par, o Governo constrói o Parque Novo Mato Grosso, que será o maior parque multieventos da América Latina, sendo mais uma opção de lazer para os moradores da baixada cuiabana. 

O local, que tem uma área de mais de três milhões de metros quadrados, contará com autódromo, kartódromo, museu, pistas de motocross, skate, ciclismo, bicicross e de caminhada, um lago para práticas esportivas, um parque, viveiro, espaço para shows e eventos e outras instalações. Ainda, um estacionamento com capacidade para 12 mil automóveis.

As famílias de Cuiabá também já receberam mais de R$ 4,3 milhões como subsídio do Governo de Mato Grosso para dar a entrada do financiamento para a compra do primeiro imóvel, por meio do programa SER Família Habitação, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes.

O Governo também investe mais de R$ 230 milhões para levar opções de cultura e lazer para os moradores de Cuiabá. Por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), foram financiados diversos projetos esportivos, como o “Arte Suave”, de aulas de judô e “Correndo Atrás”, com aulas de futebol para crianças carentes.

Os investimentos do Estado também viabilizaram a reforma de espaços como o Palácio das Artes Marciais Lusso Sinohara e a Igreja Nossa Senhora do Bom Despacho. Ainda, as manutenções na Arena Pantanal, que se tornou importante palco de eventos nacionais e internacionais na Capital.

Confira as principais entregas e os investimentos em andamento feitos pelo Governo, em Cuiabá.







 

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Detran-MT alerta quanto a situações que impedem o licenciamento do veículo

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Governador: "Estamos incorporando na administração pública as práticas de excelência do mundo privado, como premiações”

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA