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Governo de MT lamenta o falecimento do pai do diretor administrativo da MT Par

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O Governo de Mato Grosso lamenta o falecimento do senhor Joaquim Jurandir Pratt Moreno, pai do diretor administrativo da MT Par, Jefferson Moreno, nesta terça-feira (29.08), em Cuiabá.

Joaquim Moreno, 74 anos, estava na UTI desde o mês de abril por conta de um AVC, e teve complicações e uma infecção generalizada.

O governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes se solidarizaram com pesar pelo falecimento.

“Foi com muito pesar que recebi a notícia do falecimento do pai do Jefferson. Enfrentar a morte de alguém que amamos é sempre muito difícil e de grande sofrimento. Receba as nossas condolências e que Deus possa confortar o seu coração e ajudar a encontrar forças para superar esse momento tão difícil”, lamentaram.

O presidente da MT Par, Werner dos Santos, também manifestou sentimento de pesar.

“Hoje o dia está triste, pois o nosso diretor Jefferson perdeu seu querido pai. Nenhuma palavra pode amenizar a dor da perda, por isso estamos rezando para que Deus e Nossa Senhora conforte o coração e dê paz a toda família”, expressou.

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O velório ocorre a partir das 9h na sala 2 da funerária Santa Rita, em Cuiabá.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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