MATO GROSSO
Governo de MT retoma obras no COT do Pari em Várzea Grande
MATO GROSSO
O Governo de Mato Grosso assinou a ordem de serviço para o reinício das obras de construção do Centro Oficial de Treinamentos (COT) da Barra do Pari, em Várzea Grande. O consórcio responsável já está no local realizando serviços preliminares.
O prazo para a conclusão dos trabalhos é de 18 meses. O valor contratado para a obra em 2012 foi de R$ 32,2 milhões, sendo que ainda há um saldo de, aproximadamente, R$ 10 milhões para que a estrutura, de 52.170 m² de área construída, seja finalizada.
Com a retomada do COT do Pari, a atual gestão do Estado consegue dar andamento a todas as obras originalmente previstas para a Copa do Mundo de 2014 e que ainda não haviam sido entregues ou estavam paralisadas em 2019.
As obras no COT estavam abandonadas desde 2014. Com o início da atual gestão, em 2019, a Sinfra instituiu uma comissão para atualizar a situação do local e realizar um diagnóstico. Também foram estudadas propostas sobre como a estrutura poderia ser utilizada, uma vez que ela havia perdido seu sentido original.
Para garantir a continuidade das obras, a Sinfra-MT buscou um acordo com o consórcio contratado em 2012, que foi homologado pela justiça em 2022.
Após ser concluído, o COT será destinado à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), com o objetivo se transformar em um centro de treinamentos para as forças de segurança. Uma nova licitação será lançada para atender às necessidades da Sesp. Contudo, tanto o campo de futebol quanto a pista de atletismo serão mantidas.
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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