MATO GROSSO
PM expulsa cabo por obrigar mulher fazer sexo oral dentro de delegacia em MT
MATO GROSSO
O Comando Geral da Polícia Militar de Mato Grosso expulsou o cabo W.F.P após ser confirmado pelo Tribunal de Justiça uma condenação pelos crimes de estupro, prevaricação e abuso de poder. A ação penal com sentença condenatória já confirmada em duas instâncias tramitou em segredo de Justiça.
Porém, a reportagem do site FOLHAMAX confirmou que os crimes foram cometidos em Mirassol D’ Oeste (296 km de Cuiabá). Nos dias 23 e 24 de abril de 2017, o policial militar W.F.P estava de plantão e não comunicou ao delegado da Polícia Civil uma situação de flagrante delito que havia sido cometida por O.R.D.S contra sua ex-esposa D.M.D.S.
Além de não adotar os procedimentos estabelecidos para a lavratura do Boletim de Ocorrência, o PM ainda liberou o suspeito e manteve a mulher algemada em um banco de madeira por longo período. Em seguida, obrigou a mulher a fazer sexo oral dentro da delegacia da Polícia Civil de Mirassol D’ Oeste.
O ato de exoneração a bem do serviço público foi publicado nesta terça-feira (8) no Diário Oficial do Estado (DOE). O desligamento definitivo deverá ser contado a partir do dia 2 deste mês.
No ato administrativo assinado pelo comandante geral da Polícia Militar, coronel Jonildo Assis, a PM deverá recolher a farda e outros apetrechos que pertencem ao Estado e estão ainda na posse de W.F.P. Caberá também a diretoria de gestão de pessoas da Secretaria Estado de Planejamento proceder com a exclusão definitiva dos quadros da Polícia Militar.
FONTE/ REPOST: RAFAEL COSTA – FOLHA MAX
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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