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Governo empossa novos diretores escolares e anuncia projetos de incentivo a alunos e professores

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), empossou, na manhã desta quarta-feira (04.01), 670 diretores escolares da Rede Estadual de Ensino, aprovados em exame de seleção para o ano letivo de 2023. Desses, 142 diretores, lotados nas escolas de Cuiabá e Várzea Grande, tomaram posse em cerimônia realizada no Auditório Cloves Vettorato, no Palácio Paiaguás, em Cuiabá.

De forma simultânea ao evento, outros 458 diretores também foram empossados pelas diretorias regionais de educação em seus municípios. Para as unidades em que não houve diretores aprovados no exame, já está em andamento outro processo seletivo. Já nas 70 escolas estaduais indígenas, instaladas em 30 municípios, a própria comunidade escolheu e referendou os seus diretores.

O governador Mauro Mendes ressaltou que, ao tomarem posse, os diretores assumem um compromisso de trabalhar com eficiência, alicerçado por três eixos importantes na gestão pública: o pedagógico, o administrativo e o de infraestrutura. Segundo ele, o diretor escolar é responsável pela articulação e mediação de todos os processos vivenciados nesses três eixos. “Os gestores que tomam posse hoje têm a missão de atuar com dedicação e esforço em dobro, objetivando resultados dentro dos princípios de eficiência, eficácia e efetividade”, afirmou.

Na solenidade, o governador também anunciou que vai encaminhar para a Assembleia Legislativa três mensagens, que deverão ser apreciadas nos próximos dias, com o objetivo de impulsionar a rotina dos professores e demais profissionais da Educação, e de contribuir diretamente com os resultados das 30 políticas educacionais e mais de 150 ações desenvolvidas pela Seduc-MT.

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O primeiro projeto de lei cria o Prêmio Estudante Nota 10, que visa recompensar alunos dos ensinos Fundamental e Médio ao final do ano letivo. De acordo com o governador, esta “será mais uma ferramenta para melhorar a aprendizagem”. Também foi assinada proposta que institui o Programa Educa Mato Grosso, que trata do regime de colaboração entre Estado e Municípios. A última mensagem, por sua vez, altera a Lei Complementar nº 50, o que vai flexibilizar a jornada de 30 horas para 40 horas semanais, além de permitir que o Estado pague gratificação aos servidores e valorize ainda mais os cargos de gestão escolar.

“Vivenciamos um momento histórico na educação pública estadual e convoco a todos os servidores para o pacto pela eficiência lançado pelo governador”, reforçou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto. Para ele, os novos diretores têm papel fundamental nesse novo momento da Educação, que trabalha para estar entre as cinco mais bem avaliadas do país até 2032.

“A atual gestão já investiu R$1,6 bilhão nas diversas áreas da educação e, certamente, irá ampliar os investimentos nesse segundo mandato. Temos todas as condições para cumprir e até superar as metas. O nosso foco é a melhor aprendizagem em sala de aula e a excelência em todas as áreas da gestão educacional”, completou.

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Cristina Guimarães, que tomou posse como diretora da Escola Estadual Irene Gomes de Campos e discursou em nome dos demais empossados, referendou a fala do secretário ao afirmar que os novos gestores têm nas mãos as melhores ferramentas, que e precisam ter muita dedicação.

“Diferente de gestões anteriores, hoje o Estado e a Seduc-MT dão todas as condições pedagógicas, de infraestrutura e até emocionais para possamos executar a nossa função com mais dignidade e zelo”, afirmou.

Em sua fala, Cristina enalteceu a entrega de notebooks para professores e secretários de escolas, chromebooks para os estudantes, conectividade, formação continuada, sistema estruturado de ensino e todos os recursos pedagógicos necessários para uma boa evolução do ensino-aprendizagem. “Posso dizer que, hoje, temos as condições necessárias para um bom desempenho”, ressaltou.

A cerimônia também contou com a presença do vice-governador Otaviano Pivetta, da secretária de Estado de Comunicação, Laice Souza, do controlador-geral do Estado, Paulo Farias, comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Mendes, comandante-geral do Corpo de Bombeiros em exercício, Ricardo Antônio Bezerra Costa, deputados estaduais Paulo Araújo e Valmir Moretto, deputado eleito Diego Guimarães, e do presidente do Conselho Estadual de Educação, Gelson Menegatti.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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