Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Governo investe R$ 10,2 milhões para atender famílias em vulnerabilidade social de Cuiabá

Publicados

MATO GROSSO


O Governo de Mato Grosso já investiu R$ 10,2 milhões na área social, com a entrega de cestas básicas, distribuição de cobertores e auxílio emergencial, nos últimos três anos.

As ações são coordenadas pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, e executadas pela Secretaria de Estado de Assistência Social.

O auxílio do Programa de transferência de renda Ser Família Emergencial beneficiou 12 mil famílias cuiabanas, com recursos estimados em R$ 9 milhões.

Também para auxiliar a população carente, o Governo entregou 288 mil cestas básicas a famílias em vulnerabilidade social, com investimento de 24,2 mil.

Foram entregues 130 mil cestas básicas, em 2020 e mais 140 mil kits de alimentos e produtos de higiene no ano passado. Este ano, foram entregues 18 mil cestas básicas. O objetivo é oferecer segurança alimentar às famílias.

A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, Rosamaria Carvalho, pontua que a iniciativa beneficiou instituições que representam públicos distintos, como pacientes em tratamento, catadores de materiais recicláveis, pessoas com deficiências, imigrantes, igrejas, clubes de mães, associações de moradores, guias turísticos, músicos, moradores de rua e grupos solidários e de filantropia.

“O Governo intensificou as ações voltadas para o social logo no início da pandemia, em março de 2020, porque percebeu que era necessário garantir a segurança alimentar da população carente. Dados do Cadastro Único mostram que há atualmente pelo menos 18 mil pessoas que vivem em situação de extrema pobreza e precisamos oferecer este suporte a elas”, destacou a gestora.

Leia Também:  Acima da média nacional, PIB per capita de Mato Grosso é o 2º maior do Brasil

A entrega das cestas básicas pelo programa Ser Família Solidário teve início com o advento da pandemia, em março de 2020, quando o Governo do Estado percebeu que era necessário garantir a segurança alimentar da população carente. A iniciativa beneficiou instituições que representam públicos distintos como: pacientes em tratamento, catadores de materiais recicláveis, pessoas com deficiências, imigrantes, além de igrejas, clubes de mães, associações de moradores de bairros, guias turísticos, músicos, moradores de rua e grupos solidários e de filantropia.

O Estado também manteve em funcionamento, mesmo no período de pandemia, o restaurante Prato Popular, fornecendo mais de 320 mil refeições na unidade. Além das refeições servidas na unidade, que é gerenciada pela Setasc, desde abril de 2020 fornece marmitas prontas para moradores em situação de rua.

A medida emergencial adotada neste período de crise viabilizou a distribuição diária de 200 refeições balanceadas. A ação é realizada no período noturno, todos os dias da semana ininterruptamente, inclusive aos sábados, domingos e feriados. Desde 2020 até março deste ano, foram distribuídas 151 mil mil marmitas.

As famílias mais vulneráveis também foram atendidas pelo programa Aconchego, com a distribuição de 77 mil cobertores em períodos de intenso frio, totalizando até o momento investimento de R$ 2,5 mil.

Leia Também:  Luverdense contrata lateral-esquerdo com passagem pela categoria de base do Internacional

Outra importante iniciativa é a distribuição de 2,3 mil filtros de barro, como forma de melhorar o acesso à água filtrada; e de bengalas e regletes que irá beneficiar 684 deficientes visuais que residem em Cuiabá, totalizando aproximadamente R$ 522 mil.

Mercado de trabalho

Para estimular a inclusão no mercado de trabalho, a Setasc também oferece cursos gratuitos às famílias do Programa Ser Família Qualificação inscritas no Cadastro Único. Em 2019 foram qualificadas 2.310 pessoas em informática. Neste ano, com recursos aplicados em R$ 900 mil, as aulas, que são realizadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), iniciaram com 330 pessoas em processo qualificação nas mais diferentes áreas de atuação.

“A qualificação profissional é essencial para que o trabalhador consiga um emprego gerando renda para a sua família. Ofertamos diariamente diversas oportunidades pelo Sine, mas falta o trabalhador estar qualificado para a vaga. Essa ação mostra que mais uma vez o governador Mauro Mendes se preocupa com o cidadão que busca ser inserido no mercado de trabalho”, acrescentou Rosamaria.

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Bandidos invadem culto em igreja e atiram em sete pessoas durante tentativa de chacina

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Luverdense contrata lateral-esquerdo com passagem pela categoria de base do Internacional

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA