MATO GROSSO
Governo realiza audiência pública para apresentar melhorias na MT-100 em Alto Taquari
MATO GROSSO
O Governo de Mato Grosso realizou nesta quarta-feira (22.06) uma audiência pública para apresentar as obras de melhorias previstas para serem realizadas na travessia urbana de Alto Taquari, dentro do contrato de concessão da rodovia MT-100.
O encontro foi realizado no Centro de Convivência do Idoso e contou com a presença de representantes da Secretaria de Estado de Infraesturutra e Logística (Sinfra-MT), Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager-MT), Prefeitura e Câmara Municipal de Alto Taquari, e também da Via Brasil MT-100, concessionária responsável pelo trecho da rodovia, entre Alto Taquari e Alto Araguaia.
Além disso, a comunidade local marcou presença e pode contribuir com as melhorias e opinar sobre as intervenções. Estão previstas a construção de três rotatórias e seis passarelas na travessia urbana de Alto Taquari, na Avenida Coronel Macário Sutil de Oliveira.
De acordo com o secretário adjunto de Logística e Concessões da Sinfra-MT, Huggo Waterson, a audiência foi extremamente produtiva, uma vez que foi uma oportunidade de demonstrar os investimentos e escutar a população. “Assim, o Poder Público se aproxima da população e tem possibilidade de adequar as obras de melhoria às necessidades reais dos municípes”, afirmou.
Participam da Audiência Pública a prefeita de Alto Taquari, Marilda Sperandio, a presidente da Câmara dos vereadores de Alto Taquari, Vania Regina, o secretário adjunto de Logística e Concessões da Sinfra-MT, Huggo Waterson, o diretor regulador de Ouvidoria da Ager, José Rodrigues Rocha Júnior e o representantes da Via Brasil, Renato Peixoto Beltrame.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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