MATO GROSSO
Governo reforma 120 escolas para oferecer espaços de qualidade e tornar a educação de MT uma das melhores do país
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“Precisamos atuar na transformação desses espaços e investir em ambientes que se adequem às necessidades dos estudantes. Uma reforma de grandes proporções, como essas que estamos fazendo, abrange todos os parâmetros que contribuem para a melhoria da qualidade do ensino, refletindo diretamente no aprendizado e desenvolvimento dos alunos”, ressaltou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.
Desde o início da gestão, em 2019, o Governo do Estado já reformou completamente 60 unidades escolares, com R$ 52 milhões em investimento.
Uma dessas unidades, já reformada e entregue com o padrão de eficiência estabelecido pelo governador Mauro Mendes, foi a Escola Estadual Diva Hugueney de Siqueira Bastos, em Cuiabá.
Conforme a diretora da escola, Andréa Miranda, a obra vai trazer uma série de benefícios para a comunidade escolar.
“A reforma da nossa unidade melhorou muito a vida de todos os nossos estudantes, enriquecendo o planejamento pedagógico e a oportunidade de novas vivências, como aulas de natação. É uma forma de integrar o ensino-aprendizagem e estimular nossos estudantes dentro de um ambiente completamente renovado”, explicou.

“É gratificante chegar em um ambiente como esse, que oferece toda a estrutura necessária para os nossos estudos”, afirmou.
Segundo ela, a melhoria na estrutura, investimentos em equipamentos tecnológicos e material de ensino tornam a escola um ambiente cada vez mais atrativo.
Letícia Braga, também aluna do 3º ano, destacou que a reforma da escola era um sonho de quem já estudava na unidade.
“Os alunos se sentem mais confortáveis na sala de aula e podem ter um foco maior nos estudos”, avaliou.![]()
As reformas nas unidades escolares são realizadas em todas as Diretorias Regionais de Ensino (DRE). Na região Norte do estado, por exemplo, 15 escolas estão sendo reformadas. Em Cuiabá e Várzea Grande, outras 30 escolas estaduais passam melhorias na infraestrutura. A região Sudeste também tem outras 10 unidades em reforma. As outras escolas em obras estão distribuídas em mais de uma região. Os projetos envolvem reformas em salas de aula, adequação de espaços e climatização, além da troca de mobiliários.
A Escola Estadual Ledy Anita Brescancin, em Campo Verde, é outra unidade que passou por reforma. Na avaliação de Marcelino Filomeno da Silva, pai da estudante Isabela Vitória, do 6º ano, a reforma elevou o padrão educacional.
“Consigo perceber o olhar de entusiasmo da minha filha em ir à escola”, afirmou. O mesmo pensamento é compartilhado pela filha: “Essa reforma atende todas as nossas necessidades dos estudantes e aumenta o nosso interesse pelos estudos”.
Com a reforma, os estudantes poderão realizar as refeições em um espaço climatizado.![]()
Fonte: Governo MT – MT
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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.
A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.
No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.
Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.
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