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Governo retoma obras paradas e investe em novos projetos para melhoria da mobilidade urbana em Cuiabá

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O Governo de Mato Grosso retomou uma série de obras que estavam paralisadas em Cuiabá e investiu em novos projetos viários para melhoria da mobilidade urbana. Entre as obras estão projetos previstos para a Copa do Mundo de 2014 e outras ações lançadas em governos anteriores, mas que não tiveram sua devida continuidade.

É o caso da Avenida Parque do Barbado, cuja primeira parte foi planejada para a Copa do Mundo de 2014, mas acabou paralisada em 2016, antes de sua conclusão. A obra, que liga as Avenidas Fernando Corrêa da Costa e Arquimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho) apenas foi entre em 2020, pela atual gestão.

Atualmente a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) está construindo o prolongamento da Avenida Parque do Barbado. A obra vai garantir uma ligação entre a Avenida das Torres e a Estrada do Moinho, em um investimento de R$ 14,5 milhões.

Além de oferecer uma nova ligação entre a Avenida dos Trabalhadores e Ponte Sérgio Motta, por exemplo, a obra garante dignidade para os moradores do entorno do Córrego do Barbado, que será canalizado.

Com 700 metros de extensão, a Avenida terá duas pistas, com ciclovia e iluminação em LED. Até o momento 52% da obra já foi executada.

No bairro Jardim Industriário, o Governo está duplicando a Avenida V2. O objetivo é melhorar o trânsito em uma das regiões mais populosas de Cuiabá, eliminando os congestionamentos e dando mais segurança para os pedestres. O investimento no local é de R$ 6,6 milhões, incluindo iluminação, e 40% do trabalho já foi executado.

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Na mesma região, com um investimento de R$ 26,2 milhões, a Sinfra-MT está recuperando diversas ruas do Distrito Industrial de Cuiabá.
O Governo de Mato Grosso realizou um trabalho para finalizar obras previstas para a Copa do Mundo e que, apesar de já estarem sendo usadas pela população, não haviam sido finalizadas e apresentavam problemas que precisavam ser corrigidos.

O trabalho de restauração da Avenida Archimedes Pereira Lima também está em andamento. O Governo está refazendo toda a base e o asfalto de um trecho de cinco quilômetros entre a rotatória do Boa Esperança e o Complexo Viário do Tijucal, com o objetivo de resolver todos os problemas da avenida. O investimento é de R$ 14,7 milhões.

A Trincheira Jurumirim, restaurada e finalizada, é outra obra prevista para a Copa já entregue pelo Governo do Estado. A Sinfra-MT realizou uma licitação para corrigir o pavimento na parte interior, além de resolver problemas nas paredes da trincheira e na parte superior.

Uma nova ponte de concreto sobre o Rio Cuiabá está em fase de conclusão, ligando os bairros Parque Atalaia, na capital, e Parque do Lago, em Várzea Grande. A estrutura da ponte, orçada em R$ 40,4 milhões, já foi finalizada e a Sinfra-MT iniciou a construção do acesso à estrutura.

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O secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, lembra que a ponte foi licitada e iniciada em gestões anteriores sem que existisse sequer um projeto de acesso a ela. Com isso, a atual gestão precisou realizar os projetos, licitar a construção e iniciar a obra, para que a ponte não ficasse parada no ar.

“O governador Mauro Mendes sempre disse que todas as obras iniciadas deveriam ser finalizadas. Por isso, trabalhamos para solucionar todos os problemas que impediam que as obras fossem finalizadas, além de lançar novos projetos para melhorar a infraestrutura de Cuiabá, que é a capital de todos os mato-grossenses”, afirma o secretário.

A Sinfra-MT também está executando a revitalização da Avenida 8 de Abril, com asfalto novo e iluminação pública. Terá início neste ano a pavimentação da Avenida Mário Palma. A obra foi licitada e contratada em 2021, mas, devido a não execução por parte da empresa vencedora do processo, a Sinfra-MT precisou romper o contrato e realizar uma nova licitação.

Investimentos em Cuiabá

O Governo de Mato Grosso realiza uma série de investimentos em Cuiabá. Além da mobilidade urbana são realizadas obras nas estradas estaduais do município, com recuperação, pavimentação e iluminação. A Sinfra-MT ainda investe em grandes projetos, como o BRT, o Hospital Júlio Müller e o Rodoanel. O investimento é superior a R$ 1,2 bilhão.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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